domingo, 23 de agosto de 2009

Ravi Shankar Live at the Monterey International Pop Festival

Oba! Como não sei se vou ter tempo de postar durante o domingo, vou postar agora antes de dormir, talvez eu dê uma editada com um texto mais interessante mais tarde. Esse álbum do mestre Ravi Shankar se trata de três faixas, a primeira é "Raga Bhimpalasi", a música clássica indiana é gravada assim, cada faixa leva o nome do raga(modo, conjunto de padrões de escalas de notas) no qual a música é executada, no ocidente tocamos em sete modos gregos(apesar de haverem dez), na oriente tocam todos esses dez e mais centenas de outros, dá pra ter uma idéia da complexidade disso? E de como a música no ocidente foi limitada pelas imposições de se adotar apenas 10 modos por parte do império romano.
Depois vemos um solo de tabla, instrumento de percussão que você vê do lado direito do palco no artwork, os mestres de tabla conseguem por qualquer ser em transe, se puderem confiram o Ustad Zakir Hussein tocar tabla! No final, na última faixa é tocado mais um raga e em seguida o sítarista e tablista entram em um duelo, no qual a tabla repete frase por frase da sítara... "Nunca vi dois músicos tão sincronizados!" usando as palavras do Jeffrey, ao descrever esse som para o Matheus... auahuiahihu! Realmente esse som é a essência do psicodelismo, principalmente no caso de Ravi Shankar, não atoa ele ter sido mestre de George Harrison.
Esse festival americano foi nos dias 16, 17 e 18 de Junho de 1967 e contou com artistas de peso como Jimi Hendrix, The Who, Country Joe and The Fish, Jefferson Airplane, The Animals, Gratefull Dead, Janis Joplin e muitos outros. Vale lembrar que o Ravi Shankar também tocou no Woodstock, mas eu prefiro a apresentação dele no Monterey. Espero que esse som agrade a todos e faça com que sintam-se bem, assim acontece comigo. Lembre-se de permitir que a ansidade seja transmutada ao dar play, se é que você me entende. Não tenha medo de onde a música pode te levar. É verdade que ela ajuda a "desenvolver" o espírito, bom, escutem tirem suas próprias conclusões.

Setlist:
Raga Bhimpalasi (27:18)
Tabla Solo in Ektal (6:20)
Dhun(Dadra and Fast Teental) (19:41)

DOWNLOAD AQUI!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Pink Floyd - Bytes of the Talisman


Ieeeeeii!! Volta as aulass! Tensoo, o tempo fica mais curtoo..aehuieahia posto mais quando não tenho tempo do que quando tenho tempo. Bom ai vai um bootleg nervoso do Pink FLoyd, Bytes of the Talisman, não consegui muitas informações sobre esse bootleg, pra falar a verdade praticamente nenhuma, sei que é um bootleg muito raro, que foi lançado depois de 1971. Quando conseguir mais informações eu atualizo o post. Só sei que baixei, escutei e fiquei impressionado com a capacidade transcedental do show.
Um bootleg absurdo com qualidade absurda! Parece que foi gravado em estudio de tão boa a qualidade do som. O show começa com Embryo, música a qual tem no início um daqueles solos surreais do Gilmour de dão arrepios, um solo absurdo! Embryo foi um show realizado pelo Floyd em 1970-71, mas a música nunca foi lançada em nenhum álbum de estúdio da banda. Partes dela lembram bastante Echoes! Outra música que marca bastante nesse bootleg é Careful With That Axe Eugene, Waters com sua genialidade e experimentalismo faz com que essa música seja o que ela é! A bateria, guitarra, baixo, e principalmente os gritos de Waters entram em um tipo de "harmonia psicodélica" dando para a música o surto necessário.
Para finalizar o bootleg temos nada mais do que Echoes. Para essa musica faltam comentarios e analises, haha. Mésica perfeita, tudo se encaixando no seu devido lugar, todas as notas, vozes, tudo, uma harmonia sonora ÚNICA. Um som que te leva a novos horizontes!! Não sei o que falar dos solos de guitarra de Gilmour! Solos alucinantes, sem falar to teclado de Wright. Bom, um bootleg realmente absurdo!

Setlist:

01.Embryo
02. Green is the COlour
03. Careful With That Axe Eugene
04. If
05. One of these Days
06. Echoes

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Jimi Hendrix - Bleeding Heart Live

Wowww! Isso é que eu chamo de um bootleg absurdo! Hendrix com Little Richard e Hendrix com a participação de ninguem menos que Jim Morrison. Não consegui encontrar muitas informações sobre esse bootleg, ele documenta as "Jam Sessions" de Hendrix e Morrison gravadas em Nova York em março de 1968. Provavelmente o bootleg está dividido em duas partes, da música Red House até Sunshine Of Your Love estão Hendrix e Morrison, depois são as faixas de Hendrix e Little Richard, 6 até 12 que provavelmente foram gavadas em torno de 1964 - 65. As faixas são um blues de primeiríssima qualidade que chega até a arrepiar, com Hendrix destruindo na guitarra, solos surreais, um instrumental muito bom e com Jim Morrison, que estava totalmente bêbado, arregaçando no vocal. Eu li também que é o Morrison que arregaça nos solos de gaita, mais sobre isso não posso confirmar nada pois eu realmente não sei. O bootleg contém 12 e não as 15 faixas como diz a "capa", isso se da pelo fato de na faixa "Morrison's lament" estarem contidas também as faixas "Tomorrow Never Knows", "Uranus Rock" e "Outside Woman Blues". Um Bootleg bem raro!

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Áudio: 320kbps

Setlist:
01.Red House - 10:20
02.Woke Up This Morning and You Find Yourself Dead - 8:26
03.Bleeding Heart - 12:27
04.Morrison's Lament -18:37
05.Sunshine Of Your Love - 3:05
06.Goodbye Bessie Mae - 2:29
07.Soul Food - 3:33
08.Whole Lotta Shakin Going - 2:28
09.Lawdy Miss Clawdy - 2:22
10.Hound Dog - 2:21
11.Go Go Shoes - 2:54
12.Wipe The Sweat - 2:48

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

The Raconteurs - Live at Glastonbury Festival 2008


Opa, cá estou para trazer mais um bootleg, dessa vez me atrevo a postar algo bem recente, uma banda com todos os músicos vivos, The Raconteurs, vamos dizer que Jack White é meio morto-vivo, mas ninguém dúvida que ele toca como os mortos que passaram por aqui três/quatro décadas atrás. E ainda aproveita da tecnologia disponível hoje nas distorções. A estrela da banda The White Stripes se juntou com músicos que também já tinham carreira, e por isso foram chamados de "supergroup"(bandas formadas por músicos tops de outras bandas), assim como o Cream um dia foi, mas eles mesmos negaram ser o tipo de formação, principalmente por que a maioria dos "supergroups" não dura muito tempo e eles pretendem durar.
Esse festival que leva o nome da cidade que o sediou, Glastonbury na Inglaterra, rolou em junho de 2008 e contou com muitas bandas, o que interessa pra gente aqui é a turma do Jack White, Neil Young, Kings of Leon, Buddy Guy e acho que só, pelo que eu vi na lineup no site(http://www.bbc.co.uk/glastonbury/) me perdoem se eu não vi alguma outra banda boa, mas tem muitos ali que eu desconheço até então.
Um festival que não tem o espírito de um Woodstock ou de um Monterey Pop, mas dá pra ver que muita gente esteve lá, tudo muito bonito, colorido, elegante e plástico, é bem verdade que os produtores começaram a investir forte nesses festivais de uns tempos pra cá, até no Brasil, lembro que alguma mídia soltou a frase "A era dos festivais!", só podem estar de brincadeira né? Essa era já foi, mas beleza, é o que dizem os sociólogos, o mundo hippie foi incorporado na cultura capitalista, e virou produto. O que me interessa é, quando que a gente vai derruba os muros dos festivais denovo? Quem sabe nunca, ou quando as bandas forem boas o suficiente pra valer o crime, quando o público parar de aceitar cultura produzida e descartável e os artistas estiverem mais comprometidos com a música... vai sabê!
(Palco Pirâmide em Glastonbury, 2008)

Agora deixando de lado meu saudosismo, vamos falar de música, esse show é muito bom, nenhum dos músicos deixa a desejar nessa banda, Patrick Keller(da banda The Greenhornes) na bateria, acompanha tudo com agressividade e viradas impressionantes, Jack Lawrence(das bandas The Greenhornes, Blanche e The Dead Weather) toca excelentes linhas de baixo com improviso e variações nas versões ao vivo, Brendan Benson(teve carreira solo) faz uma voz em contraste com a voz macabra do White, mantém as bases marcantes na guitarra e solos em diálogo com Jack White(The White Stripes e The Dead Wheather) que fecha com chave de ouro como guitarrista principal. Pelo que eu vi White e Benson já são amigos de longa data, escreveram juntos o hit "Steady as She Goes" e resolveram formar uma banda. No show também tem a presença de alguém fritando no teclado, que eu não sei quem é, nos CDs de estúdio eles mesmos fazem essa parte.
Do setlist vamos falar que todas as faixas carregam um ar psicodélico misturado com um certo tom agressivo e ainda com o toque de sempre do Jack White, que faz das letras histórias de uma pessoa um tanto deslocada no mundo, "in the right place at the wrong time? That's how I feel everyday" como ele disse no show do "White Stripes Under Blackpool Lights" depois de citar que os Beatles haviam tocado lá.
"Consoler of The Lonely" abre o show, na sequência, "Hold Up", duas músicas um tanto pesadas, depois "Level"(do primeiro álbum), umas das mais psicodélicas e das minhas favoritas, em seguida "Richie Kid Blues" umas das mais bem trabalhadas, depois "Steady as She Goes" de uma maneira muito superior a versão de estúdio e com um medley que leva até "Many Shades of Blacks", uma mais calma, mas não tão calma. E depois "Broken Boy Soldier" outra muito psicodélica e também entre as minhas favoritas, sinceramente eles chegam no ápice do show nessa música, por um momento essa faixa me lembrou da interação entre dos instrumentos em "Won't Get Fooled Again" do The Who! "Salute Your Solution" o primeiro single, vem com linhas de baixo marcantes e um solo no piano, e apesar desses instrumentos, lembra bastante as músicas do White Stripes.
O que eu tenho em mp3 é isso, mas rolaram outras músicas que eu não consegui encontrar ainda, mas dá pra ver no tube, o show era um arquivo só, eu mesmo recortei em faixas e estou postando aqui em primeira mão, repare que eu não teria esse trabalho por qualquer showzinho. Agradecimentos ao Diegão que forneceu software para que isso fosse possível, esse post é dedicado a ele, a minha grande amiga Livea que curte a banda e ao Piruzão que faz aniversário amanhã! Parabéns Piru!

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Setlist:
1. Consoler Of The Lonely
2. Hold Up
3. Level
4. Rich Kids Blues
5. Steady, as She Goes/Many Shades of Black
6. Broken Boy Soldier
7. Salute Your Solution

(Brendan Benson e Jack White)

domingo, 2 de agosto de 2009

The Doors: Jim Morrison & Albert King - Feel The Blues

Antes de mais nada, a boa nova: fomos atendidos, a banda Pata de Elefante será uma das atrações principais do Festival Interunesp de MPB em Ilha Solteira que acontecerá nos dias 4, 5 e 6 de Setembro, eles vão dividir o palco do dia 6 com Os Demônios da Garoa, o festival também terá shows da banda Tribo de Jah, Encantoria e Otávio Pudim e Molina. Você pode conferir tudo no site da FEIS, clicando aqui! Também vale lembrar que nesse link você tem oportunidade de inscrever sua banda para participar do festival, nos palcos que rolam de dia na prainha, tem tudo a respeito lá também, formulário, regulamento, etc. Bem que poderia ter um show do Macaco Bong na prainha ein! Nosso post sobre o pata você acessa clicando aqui!
Agora vamos para o post de hoje, a presença de Jim Morrison encontra a presença de Albert King no palco, o improviso de um vocalista com o improviso das cordas de um blues man de peso dando um requinte sem precedentes a "já excelentes" músicas do The Doors. Um show que aconteceu em 6 de Junho de 1970 no Pacific Coliseum em Vancouver, cujo bootleg leva apenas o nome de duas lendas, mas conta com a presença da banda inteira, o que me fez tomar a liberdade de preencher como The Doors & Albert King no campo de artista dos arquivos.
Todas as faixas estão surpreendentes, vamos dizer apenas que Roadhouse Blues é mais fraca, mas não deixa de ser obrigatória como todas, o legal desse show é que a interação dos músicos é empenhada do começo ao fim, sempre que tem espaço tem alguma coisa sendo trabalhada, magníficos solos tanto nas guitarras como no piano e na bateria junto da bela poesia do Morrison, meu chará ahuiahuiahui. "The End", "When The Music's Over" e "Who Do You Love" são as tops sem dúvida!

Setlist:
01. Roadhouse Blues
02. Back Door Man
03. Five to One
04. When The Music's Over
05. Who Do You Love
06. Light My Fire
07. Fever
08. The End

Download AQUI!

Albert King, um dos Três Reis, junto com B. B. King e Freddie King.

Jim Morrison com cara de quem já ta no grau e Albert King com sua Flying V.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

The Who - The Complete Amsterdam '69

"Sickness will surely take the mind where minds can't usually go. Come on the amazing journey and learn all you should know."
Alô alôba, como estão de férias? Espero que tudo na mais sagrada paz e conforto! O post de hoje é dedicado ao álbum "Tommy" do The Who que completou em maio desse ano, 40 anos de existência! Estamos uns meses atrasados, mas não da nada, o "Tommy" foi lançado precisamente em 23 de maio de 1969 e é considerado um marco na história do rock que carrega a prepotência de sua intitulação como "opera rock", e diga-se de passagem pai do rock progressivo, que começava a surgir na época com o Pink Floyd, Yes, Jethro Tull, Gentle Giant, etc. Antes ainda, a música "A Quick One While He's Away" do Who, foi tida como a primeira opera(mini-opera) e fundante do rock progressivo. Tommy é também um filme, com um elenco de peso(Eric Clapton, Tina Turner, Elton John, Jack Nicholson, etc) que conta a história de Tommy Walker, o garoto surdo, mudo e cego, personagem fictício que não deixa de ter inspiração da vida de Pete Townshend, ele próprio seria o ator que faria o Tommy, mas acabou deixando o papel de protagonista para o vocalista do Who, Roger Daltrey, que surpreendeu a todos com uma nova voz, Daltrey afirma que depois de Tommy pôde encontrar uma voz para a banda, quem é que não fica admirado ao vê-lo cantando "See Me Feel Me"? Você pode conferir mais sobre o filme na página da RollingStone: http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/5318
Esse show de Amsterdam foi no mesmo ano em que o Tommy foi lançado e também a primeira performance completa do álbum. Começa com "Heaven and Hell", uma das músicas mais pesadas da banda, escrita pelo baixista John Entwistle, tem notáveis linhas de baixo e um solo de guitarra estrondoso, a la Jimi Hendrix. Fortune Teller é outra música da qual eu gosto muito, escrita por Allen Toussaint e gravada por um monte de artistas e bandas, incluindo os Stones. Young Man Blues é uma excepcional, escrita por Mose Allison, um jazzista de piano; a versão do Who foi considerada muito superior a do Mose, na verdade uma não tem nada ver com a outra, tirando o fato da melodia ser a mesma. Em seguida, "A Quick One While He's Away" é a primeira opera da banda, separada em seis partes, realmente é muito boa, os riffs no final são muito bons e a letra é hilariante, "So let's have a smile for an old engine driver!" ahiuahuihaiuhu. Na primeira parte do show também estão presentes as mais pops, como "I Can't Explain", "Substitute" e "I'm a Boy" que eu gosto muito, bem engraçada também. Na faixa 11, a história do pequeno Tommy começa, com Overture, uma introdução instrumental, um presságio da opera. Vale destaque para "1921", "Eyesight To The Blind"(escrita por Sonny Boy Williamson), "Christmas", "The Acid Queen", "Pinball Wizard", "Go To The Mirror", "Sally Simpson", "I'm Free", "We're Not Gonna Take It" e "See Me Feel Me". "Sally Simpson" eu particularmente gosto muito, escuto aos risos, é a história de Sally, a menina que se sentia realmente tocada pelo Tommy mas não foi sequer percebida por ele, que estava ofuscado pela idéia de mudar o mundo, e então teve que se casar com um "rock musician she met in california" hauihauhiau... uma das poucas músicas do Who que fala de uma perspectiva feminina.
Agora, brincadeiras a parte, a que eu deixei para comentar no final, "Sparks", ao que tudo indica é a melhor música do Who, instrumental violenta, corre depois de "Amazing Journey", e é quando todos os músicos se sincronizam para fazer barulho, Keith Moon então mostra por que é o melhor baterista do mundo em "Sparks". E o que é que tem esse tal de "See Me Feel Me"? Townshend dizia que no decorrer dos shows da turnê do Tommy rolava uma conexão espiritual entre os músicos e o público, principalmente quando começava essa música, que entra num momento de revolta dos seguidores do Tommy, o que o faz perceber como a realidade do mundo e das pessoas é diferente e mais simples do que ele imaginava, que cada ser tem que encontrar sua identidade, a partir daquilo em que acreditar ser dele, tirado de onde quer que seja, mas vivenciado daquele modo apenas por ele e mais ninguém. E não obstante, esse ser deverá ter a consciência de que seu "self", aquele oceano particular no qual mergulhamos com maior ou menor facilidade, também tem suas armadilhas e portanto deverá ser capaz de fazer para fora os mesmos movimentos que faz para dentro, encontrando o si-mesmo e o além de si-mesmo. É mais ou menos isso que essa música representa para mim; a gente sobe a montanha seguindo alguém que nos deu condições de seguir por um caminho que nos foi apresentado como autêntico, mesmo sendo mostrado por outro. Por nossa vez teremos a chance de mostrar a vida para alguém, dando a esse alguém a própria vida como tarefa. Como se não bastasse no final do Tommy, eles tocam excelentes performances de "Summertime Blues" e "Shakin all Over", quando rola um medley com "Smokestack Lightning"... Aí o John simplesmente dichava o baixo. E depois rola uma versão trava de "My Generation", quando se repetem algumas partes do Tommy inclusive a gloriosa "Sparks" com um solo prévio do Keith Moon de tirar o fôlego! É, desculpem mas esse show é bom de cabo a rabo!

Download Disco 1 MediaFire (Mp3-320kbps - 136mb)
Download Disco 1 Rapidshare (Mp3-320kbps - 136mb)

Download Disco 2 MediaFire (Mp3-320kbps - 150mb)
Download Disco 2 Rapidshare (Mp3-320kbps - 150mb)

PS: A conversão para Mp3 foi feita pessoalmente por mim em 320kbps, se alguém quiser fazer o download do show em FLAC* com, qualidade bem melhor e mais de 900kbps em todas as músicas, entre em http://www.tapecity.org/ procure pelo show The Who - 1969-09-29 - Unbelievable Fantastic - Audio Soundboard - FLAC, antes precisa fazer cadastro e os shows em FLAC tem uns 600mb, mas vale a pena, por que a qualidade é muito melhor e esse site é muito bom também, tem muito show de bandas boas que eu ainda vou baixar. Também é meio complicado de mexer no site, depois que você estiver logado, entre na página http://www.tapecity.org/search.php?searchid=1423716, clique no "clipezinho" do lado do título do post(Attachments) que vai aparecer o link do torrent, que é este abaixo, pra facilitar:
*FLAC: Free Lossless Audio Codec
Da esq. p/ dir.: Pete Townshend, Roger Daltrey, Keith Moon e John Entwistle.

Setlist:
Disco 1
01 - House Announcement
02 - Heaven And Hell
03 - I Can't Explain
04 - Fortune Teller
05 - Tattoo
06 - Young Man Blues
07 - A Quick One, While He's Away
08 - Subsutitute
09 - Happy Jack
10 - I'm A Boy
11 - Overture
12 - It's A Boy
13 - 1921
14 - Amazing Journey
15 - Sparks
Disco 2
01 - Eyesight To The Blind (The Hawker)
02 - Christmas
03 - The Acid Queen
04 - Pinball Wizard
05 - Do You Think It's Alright
06 - Fiddle About
07 - Tommy Can You Hear Me
08 - There's A Doctor
09 - Go To The Mirror
10 - Smash The Mirror
11 - Miracle Cure
12 - Sally Simpson
13 - I'm Free
14 - Tommy's Holiday Camp
15 - We're Not Gonna Take It
16 - Listening To You See Me, Feel Me
17 - Summertime Blues
18 - Shakin' All Over
19 - My Generation

domingo, 28 de junho de 2009

Cream - Those Were The Days

"Who wants the worry, the hurry of city life. Money, nothing funny; wasting the best of our life. Sweet wine, hay making, sunshine day breaking. We can wait till tomorrow. Car speed, road calling, bird freed, leaf falling. We can bide time."
Alô rapaziada, pra me recuperar do meu aniversário nada como sentar aqui e escrever alguma merda... hauhauihuai muito obrigado a presença dos amigos, também àqueles que não puderam comparecer mas tentaram, sei lá né, as vezes não dá. Depois tem mais festa em araçatuba!
Hoje tô postando um álbum que é um compilação de músicas ao vivo e de estúdio do Cream, em quatro CDs, os dois primeiros com músicas mais curtas(de estúdio) e os dois segundos com músicas mais longas, ao vivo com muito improviso.
Cream é um trio formado por três deuses: Eric Clapton, Ginger Baker, Jack Bruce. Vem a calhar a observação de que, a respeito do trajeto dos músicos que vieram do Yardbirds, o Cream é um marco importantíssimo, por isso não pode deixar de aparecer aqui no Elefante, assim como teremos que dar um espaço para a trajetória do Jeff Beck também. O próprio Clapton se dizia como o pior da banda, só tenho gabarito para dizer que os três estão pau a pau, a inovação de Jack Bruce é brilhante, com a qual só posso fazer comparações ao John Entwistle do Who, principalmente se estamos falando de final dos anos 60 e começo dos 70, suas bases e improvisos são dinâmicos; A bateria de Ginger Baker é também excepcional, acompanha como um suspiro as subidas e descidas do baixo, faz solos semelhantes aos de "Moby Dick" em "Toad". E Clapton, pô precisa falar dele? A impressão que os solos do Clapton passam são de algo mais elevado, a expressão "Clapton is god" ficou famosa e era pichada nas ruas de Londres, dizem que quando foi condecorado com o título de sir, junto com o Page, a rainha perguntou aos dois se tocavam guitarra há muito tempo ahuhauihuai. A música mais famosa é "Sunshine for your Love", gravada por Hendrix como "Cocaine", um riff simples e genial com um ultimato da bateria(no final da versão de 7 minutos do CD3 principalmente) que parece um tornado sonoro.

Minhas favoritas são "Spoonfull"(tocada pelo The Who em medleys de "Shakin all Over"); "Sweet Wine"; "White Room"; "Sleepy Time Time"; "N.S.U"; "Wrapping Paper"; "I Feel Free" e "Dreaming".
Destaques também para "Those Were The Days"; "Bagde"; "Crossroads", cover do Robert Johnson e "Deserted Cities Of The Heart".

Download MediaFire (Parte 1)
Download Media Fire (Parte 2)
[re-uploaded 23/dez/2009]

Da esq. p/ dir.: Baker, Clapton e Bruce

Cream no palco.

Cream e a mulherada hauahuahuih.

Cream reunion.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Macaco Bong - Artista Igual Pedreiro

Como prometido, um post dedicado ao Macaco Bong, banda de Cuiabá que surgiu em 2004 com um rock instrumental repleto de riffs marcantes, arranjos que são trabalhados no braço inteiro e com uma bateria que realmente destrói! Atualmente a banda é integrada por Bruno Kayapy (guitarra), Ynaiã Benthroldo (batera) e Ney Hugo (baixo). Seu CD, pelo que me parece, foi lançado há pouco tempo e está disponível para download no site AlbumVirtual da Trama.
Não fiz o upload do álbum, justamente por que a banda ganha uma grana com os downloads feitos pelo site da Trama, basta você fazer o cadastro lá, é rápido e grátis, vale a pena!
Assim como praticamente todas as bandas que a gente posta aqui, o Macaco Bong é uma banda que deve ser escutada ao vivo, espero que eles lancem algum DVD ou CD ao vivo logo, mas aproveitem que eles estão vivos e não percam a oportunidade de ver um show deles, vimos um na Inferno(junto com o Pata) e outro na Virada Cultural, realmente as performances ao vivo são viscerais, como alguem disse na comunidade deles, tanto que a banda fez a fama nos festivais Brasil a fora, isso te lembra alguma época? Bom, agora estamos torcendo para que eles toquem no Interunesp de MPB.
Destaque para as músicas: Amendoim, Fuck You Lady, Black's Fuck, Rancho, Banana's For You All, Bellezza e Vamos Dar Mais Uma.

"Artista Igual Pedreiro"
http://www.myspace.com/macacobong
Faixas:
01. Amendoim
02. Fuck You Lady
03. Noise James
04. Shift
05. Black's Fuck
06. Rancho
07. Bananas For You All
08. Belezza
09. Compasso em Ferrovia
10. Vamos Dar Mais Uma

Download AQUI!
(Na parte de baixo do site da TramaVirtual, requer cadastro, não leva um minuto e dá uma grana pros músicos!)