sábado, 22 de maio de 2010

Victor Wooten & Steve Bailey - Just Add Water


Aumente seus graves para ouvir dois baixistas fazendo o jazz acontecer! O negão Victor Wooten e Steve Bailey com seu fretless e ainda um grande time. Esse disco faz parte de uma coletânea que também está disponível em partituras e tablaturas, o outro disco pelo que parece se chama "Cookbook" que com certeza também deve ser muito bom, depois que eu ouvir, posto também.
"Tropical Storm" começa com baterias fortes e mantém a pegada, também com uns riffs muito bons que anunciam as viradas da batera. "Portrait of Tracy", escrita por Jaco Pastorius, tem uma certa delicadeza com seus harmônicos. "Dump Cake" traz os slaps! "Vapor Rising" ahh... hahahah, essa é uma pagada de louco!
"What Jamaican?" tem sim uma pegada jamaicana absurda. 
Agora, "By, You" foi a que mais me encantou! Meio swingada e cheia de sentimento. E talvez a melhor e mais pegada seja a finalíssima "Rapid Descent", nos últimos minutos ela tem uns instantes de silêncio, mas depois volta. Comentários a parte, garanto que todas são muito boas, espero que agrade.
Bom, é isso aí, acho que vai bem com uísque, abraços!

Setlist:
01. Tropical Storm
02. Portrait Of Tracy
03. Dump Cake
04. Vapor Rising
05. What Jamaican?
06. Double Oh Six
07. By, You
08. Three Of Us
09. Mocha Soca
10. Rainey Daze
11. Hoosier Pasture
12. Music Of The Spheres
13. Rapid Descent
Áudio 192 kbps.


Créditos: 
Danette Albetta  (Production Coordination)
Dannette Albetta (Producer)
Steve Bailey (Bass)
Oteil Burbridge (Bass)
Dennis Chambers (Bass, Drums)
Anthony Jackson (Bass)
John Patitucci (Bass)
Billy Sheehan (Bass)
Kurt Storey (Engineer, Mastering, Mixing)
Victor Wooten (Bass)

Divulgação: Pata de Elefante no SESC Pompeia
Com Camarones Orquestra Guitarrística
Quando: Sábado, 29 de maio, às 21h
Endereço: Rua Clélia, 93 – Pompeia – São Paulo, SP
Entrada:
R$ 16,00 [inteira]
R$ 8,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 4,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
Censura: 18 anos
Estacionamento conveniado

domingo, 9 de maio de 2010

The White Stripes - B-Side Collection

"- why, ticket agent, ticket agent
where did my baby go
- tell me what she looks like
I'll tell you what road she's on
- well she's a long tall mama
a mile and a half from the ground
she's a tailor-man mama
and she ain't no hand me down"














"well I used to say
married women
sweetest women never born
you better change that thing
you better leave married women alone
take my advice let married women
boy let 'em be
cause their husband will grab ya
beat your ragged ass to cedar street
I got two women
you can't tell 'em apart
I got one in my bosom
and the other is in my heart
well that one in my bosom
she live in tennessee
well that one in my heart
she don't give a darn for me
I'm gonna tell you pretty mama
exactly who I am
when I walk in that front door
and hear that back door slam"

Oba, estou preparando um post especial sobre uma das bandas que mais escuto hoje, The Raconteurs, um dos projetos paralelos de Jack White. Então pra ir aquecendo no estilo rasgado do Mr. White e pra não passar o domingo em branco, aí vai um bom disco lado B do que já é lado B por essência. Fica também um vídeo muito bem produzido de uma música excepcional da banda The Dead Weather(http://www.thedeadweather.com/), o terceiro projeto dele, com a vocalista Alison Mosshart, o baixista Jack Lawrence(também do Raconteurs) e Dean Fertita(Queens of the Stone Age e Raconteurs); por sinal The Dead Weather acabou de lançar o segundo disco, "Sea of Cowards". Interessante como eles fazem um rodízio de instrumentos, hora temos Jack White na bateria, hora no teclado e hora na guitarra, Fertita faz hora teclado, hora guitarra e Jack Lawrence hora bateria e hora contra-baixo. "Will There Be Enough Water" merece atenção do começo ao fim: 
Bom, voltando para o White Stripes, o disco contém duas faixas do show em Manaus e, entre outras ao vivo, algumas do clássico show "Under Black Pool Lights", que postarei em primeira mão aqui, assim que eu extrair o áudio do DVD. É notável que a baterista Meg White não faz viradas, só segura o ritmo, a maioria das pessoas critica muito isso, mas provavelmente foi algo necessário para alcançar esse som característico. 
Jack White ficou todo esse tempo mantendo The White Stripes sem outros instrumentos que não a bateria e a guitarra, ganhou toda sua experiência e agora compartilha dela com as outras duas bandas que são completíssimas.
Deixo destacadas as melhores e minhas favoritas no próprio setlist com um [ # ].
Boa noite e boa semana!

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Setlist:
Disco 1:
01. Let's Shake Hands   [ # ]
02. Look Me Over Closely   [ # ]
03. Lafayette Blues   [ # ]
04. Red Bowling Ball Ruth   [ # ]
05. Jolene   [ # ]
06. Hand Springs   [ # ]
07. Party Of Special Things To Do
08. China Pig   [ # ] 
09. Ashtray Heart   [ # ]
10. Lord, Send Me An Angel   [ # ]
11. You're Pretty Good Looking (Treny American Remix)
12. Rated X (Live at the Hotel Yorba)
13. Hotel Yorba (Live at the Hotel Yorba)   [ # ]
14. Lovesick (Live at the Forum)
15. Suzy Lee (Live on BBC Radio 1, Evening Session)
16. Stop Breaking Down (Live on BBC Radio 1, Evening Session)   [ # ]
17. Red Death at 6:14
18. Candy Cane Children
19. Reading of the Story of the Magi / The Singing of Silent Night
Áudio: 192kbps

Disco 2:
01. Good To Me
02. Black Jack Davey   [ # ]
03. Who's To Say   [ # ]
04. I'm Finding It Harder To Be A Gentleman (Live on BBC Radio 1, John Peel Show)
05. Lafayette Blues (Live on BBC Radio 1, Evening Session)   [ # ]
06. St. Ides Of March
07. I Fought Piranhas / Let's Build A Home (Live at Electric Lady Studios)
08. Jolene (Live Under Blackpool Lights)   [ # ]
09. Black Math (Live Under Blackpool Lights)   [ # ]
10. Do (Live Under Blackpool Lights)   [ # ]
11. Who's A Big Baby?
12. You've Got Her In Your Pocket (Live from Belfast) [ # ]
13. Though I Hear You Calling I Will Not Answer
14. Screwdriver (Live in Manaus, Brazil)   [ # ]
15. Same Boy You've Always Known (Live in Manaus, Brazil) 
16. Blue Orchid (High Contrast Remix)
17. Shelter Of Your Arms
18. The Denial Twist (Live at KCRW's Morning Becomes Eclectic)  [ # ]
19. As Ugly As I Seem (Live at KCRW's Morning Becomes Eclectic)
20. Top Special
21. Walking With A Ghost   [ # ]
Áudio: 160-234kbps VBR

Lembrando aos ansiosos que existe um post antigo sobre a apresentação do Raconteurs no Glastonbury Festival:

terça-feira, 4 de maio de 2010

Pink Floyd - First Australian Show (1971)

Hey musical people!! Venho dessa vez para postar um bootleg do Pink Floyd! ..Estava eu revendo os posts do blog e reparei que eu ainda não fiz nenhum post do Pink Floyd, e isso é um pecado insano! Pois para mim Floyd é simplesmente a melhor banda que já tocou neste planeta. Impecáveis e incomparáveis.

Então para acabar com esse meu “erro”, apresento a vocês um disco que achei, totalmente por acaso, escondido numa galeria de música ali em Buenos Aires. Nele contém a gravação do primeiro show do Pink Floyd na Austrália, em 1971. O Floyd estava na estrada e havia acabado de fazer 3 shows no Japão, em Hakone e Osaka. Depois eles embarcaram em direção à Austrália para uma tour de apenas duas datas. Era a primeira visita deles no país e continuaria sendo até Janeiro de 1988, quando eles voltariam pra ficar um mês inteiro durante a “Momentary Lapse Tour”. O bootleg contém o show da primeira noite, o segundo show foi no dia seguinte ao ar livre, no Sydney Racetrack a 1 da matina em pleno inverno australiano (Nick Mason lembra que precisou tocar de luvas).

O show começa com “Atom Heart Mother” numa versão tocada sem metais e coral (na época era muito caro para a banda cair na estrada com mais 30 pessoas) e com 8 minutos a menos da versão de estúdio, mas mesmo assim a banda faz um som transcendental, estavam bastante inspirados e tocam com agressividade para compensar a falta da atmosfera criada por um coral. Imenso destaque para os teclados do gênio Richard Wright, que a partir dos 12 minutos toma conta da música! Em seguida Waters anuncia “Green Is The Colour” emendada com “Careful With That Axe, Eugene”. Iniciam a “Green Is The Colour” suavemente para criar aquele “momento verde” do show e dar uma leve acalmada, porque depois dela, meu amigo, a psicodelia e fritação ira reinar até o fim! E como adoramos ela, que comece novamente; em alto nível e com viajantes 11 minutos de “Careful With That Axe, Eugene” sendo tocada espetacularmente pelos mestres! Mas a loucura estava apenas começando pois logo na seqüencia eles entram com a versão mais psicodélica que eu já ouvi de “Set The Controls For The Heart Of The Sun” com absurdos e intensos 13 minutos de duração onde novamente o destaque fica para Richard Wright, impressionante a inspiração que estava nesse dia!

Então se percebe um leve intervalo da banda para se concentrarem no backstage e voltarem ao palco tocando a versão ainda não oficial de “Echoes”! A versão que eles tocaram ao vivo pela primeira vez la em Norwich, na Inglaterra, apenas 4 meses antes mas com o nome provisório de “Return Of The Son Of Nothing” (sorte que mudaram esse nome!) e que só haviam tocado umas 12 vezes antes desta que vocês vão presenciar, e reparar como as letras eram bem diferentes.Deve ser impossível dizer qual é a melhor música do Floyd pois isso envolve diveerssos fatores como: o dia em que você esta ouvindo, como você esta ouvindo, com quem você esta ouvindo, entre outros técnicos e tudo mais. Mas a “Echoes” posso afirmar que está la em cima deste topo mutável. Isso por ser uma música que tem a habilidade de criar ambientes e momentos que sempre vão te fascinar e surpreender pela sua extrema qualidade (claro) e por conter um grande número de ótimas idéias, suficiente para umas 5 ou 6 músicas. E para fechar ,eles tocam uma versão interessante de “Cymbaline”, pelo fato de ter uns 2 minutos de sons bem bizarros la pelos 6 minutos e pouco de música fazendo ela ficar mais psicodélica do que ja é!

E assim termina o primeiro show do Pink Floyd na Austrália, um show que deve ter sido absurdamente inesquecível para quem presenciou e bastante memorável para quem baixar ele aqui no Elefante Psicodélico! Mas já aviso agora que este bootleg comete o pecado de não ter a melhor das qualidades de áudio (lógico), por ser uma gravação “tão velha” e rara tem partes que você consegue ouvir até alguns comentários que os felizardos australianos faziam enquanto piravam na atmosfera Floydiana! Então boa viagem e até o próximo post, que prometo ser de extrema qualidade Sonora novamente! Au revoir, fou!



Qualidade Musical: Floyd (10,0)
Grau de Loucura: Floydiano (10,0)
Qualidade de Áudio: 7,77 (mas reproduzido a 320kbps)


domingo, 2 de maio de 2010

The Allman Brothers Band - At Fillmore East 1971 Deluxe Edition

ATENÇÃO: Allman Brothers Band está cotada para se apresentar na Virada Cultural 2012 em São Paulo, para isso a prefeitura abriu uma enquete, vote ABB!

"I been run down, I been lied to.
I don't know why I let that mean woman make me a fool.
She took all my money, wrecked my new car.
Now she's with one of my goodtime buddies,
They're drinkin' in some crosstown bar.

Sometimes I feel, sometimes I feel
Like I been tied to the whipping post,
Tied to the whipping post,
Tied to the whipping post,
Good lord, I feel like I'm dyin'."


Alô Alô, vamos falar de um som top! The Allman Brothers Band é um grupo norte-americano conhecido por fazer jams instrumentais das mais finas, simplesmente músicos introsadíssimos com muito felling. A line-up é composta por: Duane Allman(guitarra e slide), Gregg Allman(vocal e orgão), Dickey Betts(vocal e guitarra), Berry Oakley(baixo), Butch Trucks(bateria) e Jai "Jaimoe" Johanny Johanson(bateria).
É realmente difícil montar uma banda tão grande e fazer um bom som, no qual todos se destaquem, Allman Brothers Band conseguiu. As notas das guitarras vão se encontrando magicamente e as duas baterias sendo tocadas juntas são de cair o queixo, com muitas notas tocadas rapida e levemente.
O álbum "At Fillmore East" foi lançado em 1971, e consta na posição 49 do top500 álbuns da RollingStone, bem como é sempre citado como um dos melhores discos ao vivo de todos os tempos, a despeito do pouco tempo de estrada da banda até então.

As três primeiras faixas são já muito boas, mais lights, mas você vai começar a ficar mais empolgado com "Done Somebody Wrong" e as altas notas que surgem. Em seguida eles fazem uma das melhores versões de "Stormy Monday" que já ouvi(originalmente "Call It Stormy Monday" de T-Bone Walker, regravada por inúmeros músicos e bandas, também como "Stormy Monday Blues"). 
"One Way Out" merece bastante destaque e "In Memory Of Elizabeth Reed" mais ainda, uma das melhores do setlist. Instrumental, com uma pegada suave que vai até uma virada que leva pra um ritmo latino, depois desacelera e re-acelera magnificamente, até chegar num solo cheio de bends altos, muito bem acompanhado pelo baixo, até voltar para os riffs e entrar o solo do orgão, e por aí vai, depois com mais distorção na guita, terminando com um riff marcante. Na época chegaram dizer que essa música tinha um "Q" de Miles Davis e John Coltrane, muito plausível eu diria.
Depois "You Don't Love Me" mostra uma base de notas curtas bem dançante temperada com as notas mais longas dos solos, até chegar a um solo no vácuo que começa com notas graves e depois bem altas; e surge outro ritmo e ainda vai longeeee; no final entram as duas guitarras fazendo as mesmas frases juntas.
Depois a última faixa no disco 1, que tive que procurar a parte e infelizmente só encontrei em 256kbps(hão de notar o contraste com o resto das músicas que estão em 320kbps), mas valeu a pena ter procurado, são menos de três minutos, mas de uma bela canção.

O disco dois é pura fritação, "Hot 'Lanta" já traz um solo de bateria que encerra com algumas notas que soam nostálgicas na minha impressão. "Whipping Post" significa "Pelourinho" que é um local em praça pública onde se executavam sentenças de morte, vejam só o que uma mulher não faz com um homem. Historinhas a parte, essa música frita tudo, e depois chega a um patamar de expressão de sentimento e sofrimento muito fino.
"Montain Jam", o nome já diz muita coisa, exploram os riffs em vários tons até começar o solo das baterias que parecem sobrehumanos, fiquei pensando que lembra os BPMs da música eletrônica mas ainda com som analógico. Os outros instrumentos não deixam a bateria sozinha por tanto tempo, logo voltam, mas elas mantém o brilho, até que as duas guitarras juntas novamente chamam toda a atenção e o baixo engata numa nova base, lindo. Ainda que longa e com vários tipos de solos, essa música não deixa de ser muitíssimo bem trabalhada. 
"Drunken Hearted Boy", um blues menos moderno de Elvin Bishop que entrou no palco para tocar junto, inspirado no delta "Drunken Hearted Man" de Robert Johnson, que por sua vez inspirou-se nos arranjos de Lonnie Johnson de "Life Saver Blues"... os solos aí começam mesmo de um jeito mais a la antiga e no final retomam o estilo da banda.
 "I drink because I'm worried, I don't drink because I'm dry. I know if I keep on drinkin, I'm liable to drink away my life. But that's alright."

Setlist
Disco Um:
1. Statesboro Blues (4:20)
2. Trouble No More (3:46)
3. Don't Keep Me Wondering (3:38)
4. Done Somebody Wrong (4:36)
5. Stormy Monday (8:49)
6. One Way Out (5:16)
7. In Memory Of Elizabeth Reed (13:06)
8. You Don't Love Me (19:20)
9. Midnight Rider (2:56)

Disco Dois:
1. Hot 'Lanta (5:22)
2. Whipping Post (23:04)
3. Mountain Jam (33:59)
4. Drunken Hearted Boy (7:34)

Áudio: 320kbps (exceto Midnight Rider, que está em 256kbps)

Download Parte 2



[Essas imagens são parte do encarte, não se preocupe em copiá-las por que estão todas(essas e outras em tamanho original) compactadas junto das músicas do disco 1.]

terça-feira, 27 de abril de 2010

The Rolling Stones In Concert – 40th Anniversary Deluxe Box Set

Um álbum que já foi postado aqui pelo Jeffrey, mas que agora, com essa re-edição mais uma vez merece destaque. O box, contém três discos e um dvd, deixarei disponível para download apenas os discos, e vou deixar o trailer do youtube, para não dizerem que não ajudamos a divulgar os trabalhos dos músicos! 
O primeiro disco é uma remasterização feita pelo engenheiro Bob Ludwig, que trabalhou para uma pancada de gente, entre eles Clapton, Hendrix, Bowie, The Who, Pearl Jam, Led Zeppelin e ganhou um Grammy aí, como diz no teaser. O segundo e o terceiro são músicas não lançadas anteriormente e conta com longas participações de BB King, Ike Turner e Tina Turner(Ike & Tina Turner).
O show de que se trata aconteceu no Madison Square Garden em 1969, e foi lançado pela primeira vez em 1970(já o box de comemoração, em novembro de 2009). Já na pop "Jumpin' Jack Flash" você percebe que o baterista Charlie Watts, mestre do ritmo, está inspirado, solos do Taylor e bases do Richards merecem atenção como disse o Jeffrey no primeiro post.
Deixo destaque para: "Carol", "Stray Cat Blues", "Love in Vain", "Midnight Rambler", "Live With Me". E no segundo disco para: "Prodigal Son", "Under My Thumb", "I'm Free"(essas duas são um medley daqueles que agrada e surpreende).
Na parte do BB King, grandes destaques para todas! Em "How Blue Can You Get" o negão, que geralmente é mais pontual, solta nota a doidado. O baixo de Bill Wyman acompanha o rei a altura em "Why I Sing the Blues".
Com Ike & Tina Turner, também destaque para todas, gosto muito de "Sweet Soul Music", "Son of a Preacher Man", "Proud Mary(rollin' on the river)", "I've Been Loving You Too Long" e "Land of 1000 Dances"... Enfim, já deu pra ver que é mais fácil ouvir o setlist todo. 
Desculpem-me pelo texto meio seco e murcho, indigno desse som, mas eu tô realmente morrendo de sono, depois ainda quero postar "The Allman Brothers" que prometi uns quinze posts atrás, mas por hoje, boa noite...

Setlist:
Disc: 1
1. Jumpin' Jack Flash (Original Release)
2. Carol (Original Release)
3. Stray Cat Blues (Original Release)
4. Love In Vain (Original Release)
5. Midnight Rambler (Original Release)
6. Sympathy For The Devil (Original Release)
7. Live With Me (Original Release)
8. Little Queenie (Original Release)
9. Honky Tonk Women (Original Release)
10. Street Fighting Man (Original Release)
Disc: 2
1. Prodigal Son (Unreleased Track)
2. You Gotta Move (Unreleased Track)
3. Under My Thumb (Unreleased Track)
4. I m Free (Unreleased Track)
5. (I Can t Get No) Satisfaction (Unreleased Track)
Disc: 3
1. Everyday I Have The Blues (Unreleased B.B. King Track)
2. How Blue Can You Get (Unreleased B.B. King Track)
3. That s Wrong Little Mama (Unreleased B.B. King Track)
4. Why I Sing The Blues (Unreleased B.B. King Track)
5. Please Accept My Love (Unreleased B.B. King Track)
6. Gimme Some Loving (Unreleased Ike & Tina Turner Track)
7. Sweet Soul Music (Unreleased Ike & Tina Turner Track)
8. Son Of A Preacher Man (Unreleased Ike & Tina Turner Track)
9. Proud Mary (Unreleased Ike & Tina Turner Track)
10. I've Been Loving You Too Long (Unreleased Ike & Tina Turner Track)
11. Come Together (Unreleased Ike & Tina Turner Track)
12. Land Of 1000 Dances (Unreleased Ike & Tina Turner Track) 


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[Áudio 320kbps]

terça-feira, 20 de abril de 2010

Cactus - Hard Rock 70's



















Bom, amantes do rock e da psicodelia clássica, posto aqui um disco sensacional, puro hard rock setentista : a compilação da banda "Cactus", uma das maiores pedreiras do hard rock clássico. O grupo conta com Tim Bogert no baixo e Carmine Appice na bateria, a cozinha do clássico disco "Beck, Bogert e Appice" ,além de Jim McCarty na guitarra e Rusty Day(nome legal, não?) completando a banda.

Trata-se de rock baseado em riffs pesados, tal qual um Led Zeppelin II, com J. McCarty destruindo nas guitarras e Rusty cantando sobre as agruras do homem comum hahahaha. Grande compilação, com os maiores clássicos desse grupo que segue a risca a cartilha escrita por Grand Funk Railroald e outros grandes dos 70's. Muita gaita blueseira e guitarras pesadas em músicas destruidoras.

Sugiro que comecem sua viagem com o riff hipnótico de "Evil", o hino pesado da banda, e continuem pulando direto para a clássica "You can't judge a book by the cover", cover do gênio do blues Willie Dixon, com seu baixo marcante e batera precisa,além da guitarra cortante de McCarty.

Os amantes do blues puro podem ouvir "Alaska" direto, com sua letra bizarra sobre Pinguins, Papai Noel e Aurora Boreal, agora se voce quer ouvir rock clássico e pesado, pule direto para "Feel So Good", uma música que poderia muito bem ter saído do Led Zeppelin I. Recomendo a audição de "Restrictions" e "Let Me Swin" também.
Enfim, paulada hard rock setentista pra ninguém botar defeito. Recomendo download imediato!

Faixas:
Cactology: The Cactus Collection

1. Evil
2. Parchman Farm (Blue Cheer cover)
3. You Can't Judge A Book By The Cover (Willie Dixon Cover)
4. One Way...Or Another
5. Alaska
6. Long Tall Sally
7. Let Me Swim
8. Bro. Bill
9. Rock N' Roll Children
10. Song For Aries
11. Restrictions
12. Oleo
13. Feel So Good
14. Rumblin' Man
15. Bad Stuff
16. Parchman Farm (Live)

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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Pata de Elefante - Na Cidade




Boa tarde galera. Aeee, foi lançado o novo disco da Pata de Elefante, aquela banda de porto alegre "que faz um som instrumental muito bem trabalhado( principalmente no palco) e diversificado, com faixas bem psicodélicas e ao mesmo tempo riffs fortes" como ja dizia o grande Mauricio no 1o post da banda no elefante.
"Um disco urbano, que converte as nuances, as cores e as oscilações das metrópoles em ondas sonoras. Essa é a pegada de Na Cidade, álbum que mantém a identidade musical do grupo, marcada pela heterogeneidade, mas difere-se bastante do trabalho anterior", define a descrição sobre o álbum do site trama virtual. E realmente esse disco é diferente do Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha. O segundo disco da banda é marcado pelo estilo folk-rock, misturado muitas vezes com country, já Na Cidade é um disco com uma característica bem urbana, embalado por ritmos dançantes. Embora diferente, não perde a característica "Pata de Elefante" daquele instrumental absurdo e riffs, solos, ritmos, simplesmente impecáveis. O álbum varia de ritmos dançantes como em "Diga-me com Quem Andas e Direi se Vou Junto", a o ritmo latino de "Pesadelo no Bambus". Do samba-rock de "Vazio na Cerveja" , ao rock pesado de "Sai da Frente". E pela primeira vez uma musica composta pelos 3 integrantes da banda, "De Volta pela Manhã", que é embalada em um ritmo suave sendo levado pela bateria e solos de violão meio latinos e solos de guitarra, ambos muito bem trabalhados.
Bom chega de falar e vamos ao que interessa.
Abraços

Lembrando a todos que nesta quinta feira dia 22, a Pata estará tocando no CB bar, na Barra Funda. O show começa a meia noite e custa 20 reais se comprado na porta.

O link de download não será mediafire, rapidshare, etc como os outros posts. O download será pelo site Trama Virtual o qual propõe um acordo com os artistas para que disponibilizem seu álbum no site para download gratuito. Assim feito, o artista recebe um pagamento de patrocinadores para que o disco fique por um determinado tempo, disponível para download. O site requer cadastro, mais não demora nem 1 minuto. Vale a pena dar essa força para as bandas.
Abraçoss

Download


Setlist:

01. “Diga-me Com Quem Andas E Te Direi Se Te Acompanho”
02. “Squirt-surf”
03. “Grandona”
04. “Um Pouco Antes De Dormir”
05. “Pesadelo Nos Bambus”
06. “Sai Da Frente”
07. “De Volta Pela Manhã”
08. “Psicopata”
09. “Vazio Na Cerveja”
10. “Arthur”
11. “A Luz de Velas”
12. “Reforma Do Banheiro”
13. “Grande Noite”

quarta-feira, 14 de abril de 2010

T.2. - It´ll All Work Out In Boomland


Bom dia a todos!
Hoje estava fuçando em meu computador e achei um album que eu nem sabia mais que eu tinha de tanto tempo que eu ja tinha baixado, um disco da banda T.2. Uma banda inglesa de rock progressivo pouco conhecida formada por 3 integrantes, Keith Kross, Peter Dunton e Bernard Jinks. Pelo fato da banda ser bem pouco conhecida, eu não achei quase nenhuma informação que preste sobre eles. It´ll All Work Out In Boomland lançado em 1970 é um album bem aceito e altamente conceituado pelos apreciadores de um bom rock progressivo. O som da banda é marcalo pelos solos "fritos" de guitarra e pelo som acelerado da banda inteira. Uma sincronia impecável. A banda também tem suas musicas , ou parte de musicas, mais calmas com uma harmonia e arranjos mais bem trabalhados, chegando a lembrar bastante algumas musicas do mestre Pink Floyd. E a ultima musica, Morning, engloba tudo isso. Um som cabuloso de 21 minutos onde a musica passa do surto a paz, da loucura a sobriedade, com partes bem psicodélicas levando voce so so high! Well, Enjoy!
Abraços