02. Teach Your Children 03. Almost Cut My Hair 04. Helpless 05. Woodstock 06. Deja Vu 07. Our House 08. 4+20 09. Country Girl 10. Everybody I Love You
Membros:
David Crosby - Vocal, guitarra
Stephen Still - Vocal, guitarra, baixo, teclados
Graham Nash - Vocal, guitarra, teclado
Neil Young - Vocal, guitarra, teclado, gaita Músicos convidados:
Greg Reeves - Baixo, percussão
Dallas Taylor - Bateria, percussão
Jerry Garcia - Guitarra com pedal steel em "Teach Your Children" e "Helpless"
John Sebastian - Gaita em "Deja Vu"
Não tive a felicidade de ver o show do Crosby, Stills & Nash em São Paulo, mas acabei ouvindo bastante o trio em sua fase com Neil Young em compensação. Esse tipo de música ajuda a levar a vida.
Belíssimo disco, um dos mais famosos do quarteto, música boa seguida de música maravilhosa. Mais um super-group para nossa coleção, Crosby vem da banda The Byrds, Stills do Buffalo Springfield e Nash, do The Hollies e Young, o mais famoso, também co-fundador do Buffalo Springfield.
Criações como essas não podem jamais ser objeto de comércio, "ninguém vai comprar essa merda" pensaram(ou pensarão) as produtoras; a não ser que seja uma pessoa transcendente ao consumismo enlatado, compilado e impessoalizado, garantimos aqui o direito dessa minória e ressaltamos que a verdadeira arte não deve ser absoluto objeto de comércio, mas um direito humano e a regulamentação deve ser justa! Portanto, a internet deve ser livre e seus usuários não podem sofrer tal punição/privação pois estarão sendo considerados culpados até que se prove o contrário.
Jimi Hendrix junta-se a banda Traffic e tocam fogo em tudo. Traffic é uma banda cujo último disco de sua carreira, John Barleycorn Must Die já passou pelo blog e merece nossa atenção. Tanto quanto mereceu sua nominação no Rock 'n' roll hall of fame pela formação original: os fundadores e compositores Steve Winwood(vocal e teclado) e Jim Capaldi(vocal e bateria), o genial saxofonista Chris Wood e o igualmente genial guitarrista, baixista, sitarista e tecladista Dave Mason. Juntos do mago.
Carnaval chegando e aquela preguiça de postar aparece. Porém... Eis que descubro uma sonzeeeeeera. Não se assustem com os peitinhos e tatoos que o negócio é fino. Antes de ficarem famosos e encantarem uma geração, o Supertramp já tirava um som interessantíssimo. Antes de qualquer single (me recuso a citar um por serem inúmeros) eles mandaram um country-blues de arrepiar os cabelos. Algumas músicas já tem a cara que futuramente teria o Supertramp, mas essas talvez sejam as menos interessantes do álbum. Sem mais delongas, ai vão as faixas, e como sempre direi minha preferida, que por um mero acaso é a primeira "Your Pappa Don't Mind". Algumas músicas do álbum são bem calmas e agradáveis aos ouvidos.
Salve, salve galera! As férias estão acabando mas a música nunca para. Por isso, venho por meio deste post, apresentar-lhes um sonzasso das antigas, um puro creme brasileiro. Antonio Adolfo é um compositor brasileiro que teve o auge de sua carreira nos anos 70, quando além de compor para Maysa, se juntou com o grupo A Brazuca e fizeram dois álbuns de excelente qualidade. Este álbum especificamente apresenta um jazz que agrada aos ouvidos acompanhado por um tempero brasileiro de chocalhos e triangulo. Pianista desde criança e envolvido com a nata do jazz e bossa nova carioca desde cedo, tem hoje no Rio uma renomada escola de música chamada "Centro Musical Antonio Adolfo" onde trabalha como arranjador, produtor, compositor e pianista, além de manter o centro. Pessoalmente gosto de todas as músicas do álbum, mas a preferida talvez seja Viralata.
"cornering neatly she trips up sweetly to meet the people
she's on time again and then...
I catch her by the eye then I stop and have to think
what a funny thing to do 'cause I'm feeling very piiink
apples and oranges, apples and oranges
I love she, she loves me
See you, see you
apples and oranges, apples and oranges
apples and oranges, apples and oranges..."
Setlist:
Disc I: The Piper at the Gates of Dawn (Mono)
1. Astronomy Domine (4:15)
2. Lucifer Sam (3:09)
3. Matilda Mother (3:05)
4. Flaming (2:47)
5. Pow R. Toc H. (4:25)
6. Take Up Thy Stethoscope and Walk (3:07)
7. Interstellar Overdrive (9:42)
8. The Gnome (2:14)
9. Chapter 24 (3:53)
10. The Scarecrow (2:11)
11. Bike (3:27)
Disc II: The Piper at the Gates of Dawn (Stereo)
1. Astronomy Domine (4:12)
2. Lucifer Sam (3:07)
3. Matilda Mother (3:09)
4. Flaming (2:46)
5. Pow R. Toc H. (4:26)
6. Take Up Thy Stethoscope and Walk (3:06)
7. Interstellar Overdrive (9:40)
8. The Gnome (2:14)
9. Chapter 24 (3:42)
10. The Scarecrow (2:11)
11. Bike (3:25)
Disc III: Bonus
1. Arnold Layne (2:55)
2. Candy and a Current Bun (2:46)
3. See Emily Play (2:54)
4. Apples and Oranges (3:06)
5. Paintbox (3:45)
6. Interstellar Overdrive (French Edit) (5:16)
7. Apples and Oranges (Stereo Version) (3:11)
8. Matilda Mother (Alternate Version) (3:09)
9. Interstellar Overdrive (Take 6) (5:04)
Download Megaupload: Parte 1 | Parte 2
Áudio: Mp3 320kbps | Excelente!
Um dos discos mais revolucionários da história, The Piper at the Gates of Dawn tornou-se um dos maiores ícones do rock psicodélico. Imagine que ainda não se falava do Sgt. Peppers dos Beatles, nem do colorido do Jefferson Airplane e lá estava o Pink Floyd, fazendo deste, o seu primeiro disco.
Mas por que nessa edição de comemoração eles lançaram um disco mono(apenas um canal de áudio)? Escute e você vai ver que as faixas mono possuem alguns elementos que não existem no disco original(aqui para nós o disco dois) lançada em 67. O disco três traz singles e outtakes da época, que época? a em que Syd Barret se encontrava entre o mundo real e o da loucura e se perguntava em qual ficar... não me pergunte qual ele escolheu... As músicas... "Astronomy Domine", "Interstellar Overdrive" e "Pow R. Toc H." com certeza vão fritar seu cérebro. "Matilda Mother" e "Flamming" já são mais derretidas. "Bike" e "The Gnome" já trazem uma certa alegria da infância. "Lucifer Sam" toca sutilmente na questão filosófica quanto ao juízo dos homens perante os entes do mundo, "that cat's something I can't explain..."(acho que já fiz algum comentário assim a respeito dessa música no Early Singles)... também entre minhas favoritas, "Apples and Oranges"...
Enfim, essas gírias e filosofias não dizem nada, como sempre... outras altamente recomendadas são: TODAS! Ainda não ouvi com atenção o disco mono e os outtakes para falar deles, então escutem aí também com calma, agora vou ter que investir mais alguns neurônios no TCC..........
É com muita alegria que convido a todos para esse encontro que reune grandes músicos e amigos.
Propomos para celebrar o espaço e o tempo, para afirmar a apropriação da semana de integração pelos alunos e também para fomentar projetos sociais futuros. Confiram as bandas:
No meio de tanto Rock resolvi postar algo diferente, com um estilo que mistura ska, música latina e mais alguns estilos diferentes. Essa banda é a prova viva de que a globalização serve pra alguma coisa, a banda é australiana e foi buscar influências latinas e o ska que tem origem jamaicana. O som é coisa boa, século XXI. Com metais bem marcantes, o The Cat Empire apresenta um trabalho bastante moderno e de bom gosto, além de ser muito agradável de se ouvir. As faixas que ficaram ias famosas foram "Hello", "The Charriot" e "Days Like These", que de certa forma pendem um pouco para um lado "pop" presente na banda. Quem quiser uma música mais frita ouça "One Four Five" que não vai se arrepender e aquele que quiser uma mais calminha ouça "The Wine Song" que é aquela musica para ouvir e sorrir com o canto da boca.
Setlist:
01. I Looked Away 3:01
02. Keep on Growing 4:23
03. Anyday 5:52
04. He's Gone 5:05
05. All Things Must Pass 5:00
06. Thorn Tree (Introduction) 2:36
07. Thorn Tree in the Garden 3:07
08. In the Middle of the Night 6:52
09. Bell Bottom Blues 6:05
10. Good-Bye 4:36
11. High on You 4:01
12. Runnin' Wide Open 6:07
13. Why Does Love Got to Be So Sad 6:03
14. Tell the Truth 5:38
Esse é para quem quiser ouvir um belo som só de violas e vozes. A única vantagem das bandas que duram pouco é poder acompanhar os rumos de cada dissidente. Bobby Whitlock foi um dos integrantes do Derek and The Dominos e preenche o ambiente com sua poderosa voz, apavora no piano e teclado e agora pelo visto, na viola também. Sua linda esposa, CoCo Carmel, não fica atrás, belo casal! O disco leva esse nome, não sei dizer se é oficial ou não, que de fato faz sentido, uma vez que tem quase todas as músicas do "Layla & Other Assorted Love Songs" menos a própria, Layla, ficou então somente "Other Assorted Love Songs", incluindo "outras outras".