quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pink Floyd - The Piper at the Gates of Dawn 40th Anniversary 3-Disc Boxset

"cornering neatly she trips up sweetly to meet the people
she's on time again and then...
I catch her by the eye then I stop and have to think
what a funny thing to do 'cause I'm feeling very piiink
apples and oranges, apples and oranges

I love she, she loves me
See you, see you

apples and oranges, apples and oranges
apples and oranges, apples and oranges..."


Setlist:
Disc I: The Piper at the Gates of Dawn (Mono)
 1. Astronomy Domine  (4:15)
 2. Lucifer Sam  (3:09)
 3. Matilda Mother  (3:05)
 4. Flaming  (2:47)
 5. Pow R. Toc H.  (4:25)
 6. Take Up Thy Stethoscope and Walk  (3:07)
 7. Interstellar Overdrive  (9:42)
 8. The Gnome  (2:14)
 9. Chapter 24  (3:53)
10. The Scarecrow  (2:11)
11. Bike  (3:27)

Disc II: The Piper at the Gates of Dawn (Stereo)
 1. Astronomy Domine  (4:12)
 2. Lucifer Sam  (3:07)
 3. Matilda Mother  (3:09)
 4. Flaming  (2:46)
 5. Pow R. Toc H.  (4:26)
 6. Take Up Thy Stethoscope and Walk  (3:06)
 7. Interstellar Overdrive  (9:40)
 8. The Gnome  (2:14)
 9. Chapter 24  (3:42)
10. The Scarecrow  (2:11)
11. Bike  (3:25)

Disc III: Bonus
1. Arnold Layne  (2:55)
2. Candy and a Current Bun  (2:46)
3. See Emily Play  (2:54)
4. Apples and Oranges  (3:06)
5. Paintbox  (3:45)
6. Interstellar Overdrive (French Edit)  (5:16)
7. Apples and Oranges (Stereo Version)  (3:11)
8. Matilda Mother (Alternate Version)  (3:09)
9. Interstellar Overdrive (Take 6)  (5:04)

Download Megaupload: Parte 1 | Parte 2
Áudio: Mp3 320kbps | Excelente!

Um dos discos mais revolucionários da história, The Piper at the Gates of Dawn tornou-se um dos maiores ícones do rock psicodélico. Imagine que ainda não se falava do Sgt. Peppers dos Beatles, nem do colorido do Jefferson Airplane e lá estava o Pink Floyd, fazendo deste, o seu primeiro disco.

Mas por que nessa edição de comemoração eles lançaram um disco mono(apenas um canal de áudio)? Escute e você vai ver que as faixas mono possuem alguns elementos que não existem no disco original(aqui para nós o disco dois) lançada em 67. O disco três traz singles e outtakes da época, que época? a em que Syd Barret se encontrava entre o mundo real e o da loucura e se perguntava em qual ficar... não me pergunte qual ele escolheu...
As músicas... "Astronomy Domine", "Interstellar Overdrive" e "Pow R. Toc H." com certeza vão fritar seu cérebro. "Matilda Mother" e "Flamming" já são mais derretidas. "Bike" e "The Gnome" já trazem uma certa alegria da infância. "Lucifer Sam" toca sutilmente na questão filosófica quanto ao juízo dos homens perante os entes do mundo, "that cat's something I can't explain..."(acho que já fiz algum comentário assim a respeito dessa música no Early Singles)... também entre minhas favoritas, "Apples and Oranges"...
Enfim, essas gírias e filosofias não dizem nada, como sempre... outras altamente recomendadas são: TODAS! Ainda não ouvi com atenção o disco mono e os outtakes para falar deles, então escutem aí também com calma, agora vou ter que investir mais alguns neurônios no TCC..........

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

pt.1

há quanto tempo não nos vemos!

sim...eu sei que vocês sentiram saudade dos meus posts, mas prometo recompensá-los pelo meu semestre sabático com A minha Descoberta do ano.

nos últimos meses conheci a excepcional música de vanguarda de um pequeno guitarrista porto-riquenho criado no Texas. Alguns vão reconhecer o nome de Omar Alfredo Rodríguez-López como o guitarrista e líder do The Mars Volta, para outros esse nome vai remeter a extinta banda de (punk?). At The Drive-In. Creio que para a maioria esse nome não diz nada.

Até agora!

o que quero mostrar para vocês caros leitores através dessa série de posts é que esse cara é um dos poucos músicos (sem esquecer-se do Sr. White) da nossa geração que está lapidando seu caminho para junto dos grandes. Um dos poucos que vem desenvolvendo sua musicalidade independente de rótulos e amarras, compondoproduzindotocando um pouco de tudo, sempre alcançando resultados muito positivos.

Vou dividir os posts por fases. Primeiro o inicio junto ao At the Drive-In, depois o seu projeto de musica progressiva, The Mars Volta, e por final os projetos solos e bandas alternativas.

começando do começo.

.at the drive in.

após abandonar a escola e percorrer o EUA de carona, Omar acabou retornando a sua cidade natal, El Passo-Texas, mediante a um pedido de seu colega de muitos anos Cedric Bixler-Zavala. Cedric estava começando a montar uma banda e preocupado com o excessivo uso de opióides por parte de Omar achou que seria interessante que ele voltasse para a cidade para se recuperar do vicio e ajudasse na construção desse novo projeto. Inicialmente ele entrou como baixista no At The Drive In, mas após a gravação do primeiro EP acabou assumindo a guitarra e assim continuou até o fim da banda em 2001. Essa primeira fase de suas composições já revela alguns aspectos únicos da sua forma de tocar, aspectos que seriam lapidados durante os anos, como as harmonias conflitantes, a influencia da música latina, o uso de recursos digitais e de manipulação sonora e seu gosto pela improvisação.

Escolhi postar os três últimos álbuns da banda, pois além deles terem uma qualidade de gravação muito superior aos antecessores, é com eles que a banda alcança o nível de composição pelo qual eles são reconhecidos.

.In/Casino/Out .

é o álbum que marca a transição do punk sujo dos dois primeiros trabalhos para um som mais trabalhado. A estética continua baseada nos arquétipos do punk, mas a banda aprofunda o nível das composições. A maturidade da banda se mostra também nas letras criadas por Cedric. Destaque para a poética, Napoleon Solo.



.Vaya.

é o segundo ep da banda. nesse trabalho podemos observar a introdução de novos elementos nas musicas como os instrumentos e a percussão latina, o uso de sintetizadores e a aproximação com o dub.


.Relationship of Command.

A obra prima! Na minha opinião (e de muitos) o ultimo grande trabalho de guitarra do século passado. Todas as musicas tem aquele elemento .x. , misto de qualidade, inovação, groove, e muito, mas muito caos! Desde a primeira batida de arcarsenal, até a ultima nota de non zero possibility a banda esbanja energia e criatividade. Até Iggy Pop se rendeu a eles e fez uma participação na faixa Enfilade. Discão!


Para finalizar o post, e deixar vocês com um gostinho de quero mais, fica aqui a apresentação deles no big day out 2001. Uma das mais explosivas apresentações ao vivo que já vi.

até mais ver!



terça-feira, 8 de novembro de 2011

The Cat Empire - The Cat Empire (2003)

EXTRA: festival do eLefante - parte 1

É com muita alegria que convido a todos para esse encontro que reune grandes músicos e amigos.
Propomos para celebrar o espaço e o tempo, para afirmar a apropriação da semana de integração pelos alunos e também para fomentar projetos sociais futuros. Confiram as bandas:
+ convidado especial Patrick Murphy
Abertura: "Músicas do Mundo"

Quando? Dia 11/11/11 as 16h
Onde? Museu da Cultura PUCSP - Rua Monte Alegre, 984 - Perdizes - São Paulo-SP
Entrada franca.


Setlist:
1. How To Explain
2. Days Like These
3. The Lost Song
4. The Chariot
5. Hello
6. One Four Five
7. The Rhythm
8. The Wine Song
9. Nothing
10.Beanni
11.The Crowd
12.Manifesto
13.All That Talking

Áudio: Mp3 VBR

Boa noite!
No meio de tanto Rock resolvi postar algo diferente, com um estilo que mistura ska, música latina e mais alguns estilos diferentes. Essa banda é a prova viva de que a globalização serve pra alguma coisa, a banda é australiana e foi buscar influências latinas e o ska que tem origem jamaicana. O som é coisa boa, século XXI. Com metais bem marcantes, o The Cat Empire apresenta um trabalho bastante moderno e de bom gosto, além de ser muito agradável de se ouvir. As faixas que ficaram ias famosas foram "Hello", "The Charriot" e "Days Like These", que de certa forma pendem um pouco para um lado "pop" presente na banda. Quem quiser uma música mais frita ouça "One Four Five" que não vai se arrepender e aquele que quiser uma mais calminha ouça "The Wine Song" que é aquela musica para ouvir e sorrir com o canto da boca.

domingo, 23 de outubro de 2011

Bobby Whitlock & CoCo Carmel - Other Assorted Love Songs

"better hear what I say cause every word is true
you know I wouldn't tell you no lie
your time's coming
it's gonna be soon
hold on a second, can't you feel"


Setlist:
01. I Looked Away  3:01
02. Keep on Growing  4:23
03. Anyday  5:52
04. He's Gone  5:05
05. All Things Must Pass  5:00
06. Thorn Tree (Introduction)  2:36
07. Thorn Tree in the Garden  3:07
08. In the Middle of the Night  6:52
09. Bell Bottom Blues  6:05
10. Good-Bye  4:36
11. High on You  4:01
12. Runnin' Wide Open  6:07
13. Why Does Love Got to Be So Sad  6:03
14. Tell the Truth  5:38

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Áudio: "Bom" | Mp3 160kbps

Esse é para quem quiser ouvir um belo som só de violas e vozes. A única vantagem das bandas que duram pouco é poder acompanhar os rumos de cada dissidente. Bobby Whitlock foi um dos integrantes do Derek and The Dominos e preenche o ambiente com sua poderosa voz, apavora no piano e teclado e agora pelo visto, na viola também. Sua linda esposa, CoCo Carmel, não fica atrás, belo casal! O disco leva esse nome, não sei dizer se é oficial ou não, que de fato faz sentido, uma vez que tem quase todas as músicas do "Layla & Other Assorted Love Songs" menos a própria, Layla, ficou então somente "Other Assorted Love Songs", incluindo "outras outras".

sábado, 8 de outubro de 2011

Eric Clapton & Steve Winwood - Live from Madison Square Garden 2009

 
Setlist:
01. Had To Cry Today
02. Low Down
03. Them Changes
04. Forever Man
05. Sleeping In The Ground
06. Presence Of The Lord
07. Glad
08. We All Right
09. Double Trouble
10. Pearly Queen
11. Tell The Truth
12. No Face, No Name, No Number
13. After Midnight
14. Split Decision
15. Rambling On My Mind
16. Georgia On My Mind
17. Little Wing
18. Voodoo Chile
19. Can’t Find My Way Home
20. Dear Mr. Fantasy
21. Cocaine

Áudio: Mp3 320kbps
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Quarta feira está chegando e com ela vem Sir Eric Clapton ao palco do estádio do Morumbi! Estaremos lá claro, para ir aquecendo bota o bluesman inglês pra tocar aí! Esse show com seu grande amigo Steve Winwood ilustra a maturidade e o o feeling apurado no qual eles se encontram. Ambos ex-integrantes do Blind Faith, montaram um setlist de tirar o chapéu.
"Had to Cry Today" do Blind Faith abre o show com força. Nela Winwood também pega a guitarra e faz um dueto muito fino com o mestre Clapton. Outras duas do Blind Faith apresentam pontos altos do show, "Sleeping in the Ground" e "Presence of the Lord". Para homenagear Hendrix, "Little Wing" e "Voodoo Chile" com o toque britânico. Claro que é injusto essa minha seleção de faixas, pois todas as músicas estão muito finas, mas vamos lá, o que mais me chamou atenção nesse show foi a sintonia dos dois, inclusive para os vocais que fazem juntos, repare bem! Beleza, então, pra quem curte teclado, vá direto para a faixa "Glad" que é uma música genial da banda Traffic, da qual Winwood era integrante e fundador antes de ingressar para o Blind Faith, tem também a interpretação maravilhosa dele de "Georgia on My Mind". Mas chega, posso falar de todas as músicas aqui e não vai servir pra nada, por que acho que qualquer um que tenha lido até aqui já sacou que esse show é finíssimo, tenho a sorte de tê-lo em DVD, infelizmente no youtube só tem dois vídeos("Forever Man" e "Little Wing", abaixo).
E pra quem quer mais Clapton, fiz uma bela e grande seleção de vídeos, da pra gastar um bom tempo:







Felizmente isso não representa nem 1% da carreira do velho Clapton, que venha o dia das crianças!

domingo, 11 de setembro de 2011

festival do eLefante: review Tupi Balboa

Opa, muito bem dando sequência aos posts das bandas que vão atender ao festival do eLefante, voltamos agora nosso foco para o Tupi Balboa! Antes vai um recado, já estão definidos alguns horários para o dia 16: Tupi Balboa se apresenta as 18h e Noite Torta as 18h30, ambos farão a última hora, as outras apresentações, ocorrerão antes, terão seus horários postados em breve.

Um power trio de muita pancadaria! O estilo é bem setentista, guitarra bem rasgada, contra-baixo fender jazz bass e bateria na pancada. Nas palavras do próprio Mineiro(guitarra): "estamos tentando um som o mais próximo possível do estilo Led Zeppelin" e acreditem, as condições para tanto estão dadas. O vídeo abaixo, no festival da galeria do rock, está com uma qualidade de áudio um pouco a desejar, mas dá para ter uma idéia, em todo caso, mais abaixo está a versão áudio demo dessa música em ótima qualidade.



O seguinte é um cover do Hendrix, ainda com a formação antiga:




Temos ainda algumas demos que podem ser ouvidas pelos botões abaixo, após essas gravações a banda passou uma temporada confinada em Santa Rita, então podemos esperar algo ainda um passo a frente do que é esse som. Ou sei lá, novos covers, novas próprias?

Tupi Balboa - Virus(Instrumental)
Virus (Instrumental) de TUPI BALBOA

Tupi Balboa - Superstition (Stevie Wonder)
Superstition (Versão Cover) de TUPI BALBOA

Tupi Balboa - Come Together (The Beatles):
Come Together (Versão Cover) de TUPI BALBOAaa

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

festival do eLefante: review Noite Torta

A banda Noite Torta tocará tanto no pré-fest no Museu da Cultura como no festival em si que aconcerá esse semestre com data indefinida. O bar ficará por conta do projeto BAR SACI que funciona nos moldes da economia solidária e toda a arrecação dos ingressos será revertida em projetos para a ONG Instituto Cisne. Já o pré-fest(dia 16) será um evento gratuito.

Um tipo de som que só se faz com muito ensaio e trabalho em equipe, pois uma sincronia dessa não surge da noite pro dia. Belas cordas e belo teclado, ainda mais quando juntos. Os vocais em conjunto também são sempre bem vindos, enquanto o baixo conecta tudo com muita cor e a bateria preenche com elegância e técnica. Sem mais, "Orientação":



A seguinte já tem um suspense psicodélico, "O Fio", diferentemente da anterior, com guitarra elétrica e uma letra daquelas que você pergunta "de onde veio essa brisa?"... hahah



As faixas disponíveis no myspaces de cada uma delas estão muito boas também. Não tem tantos vídeos mas tem oito faixas disponíveis, gostei muito de "O Barco" e "Sobre as Folhas e Pedras", confiram.
http://www.myspace.com/noitetorta

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Pearl Jam - Live at New York 2010 US Tour


Set 1
Sometimes
Breakerfall
Last Exit
Animal
The Fixer
Severed Hand
Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
I Am Mine
Comatose
Force of Nature
Even Flow
Low Light
Down
I Got Id
Army Reserve
Insignificance
Unthought Known
Do The Evolution
The End
Lukin
Just Breathe
You Are
Love Reign O'er Me
State Of Love And Trust
Once
Porch
Jeremy
Leash
Mankind
Crazy Mary
I Believe In Miracles
Alive
Indifference

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Parte 1 | Parte 2 (not splitted/não particionado)
Áudio: Mp3 320kbps | Excelente

Pearl Jam é uma banda que sempre privilegiou seus fãs com excelentes shows e a grande maioria deles transita pela internet livremente em excelentes qualidades de áudio. Andei escutando os doze(sim!) shows da turnê norte americana, ainda não esgotei a tarefa do destino, mas já posso adiantar que esse é du caralhu! Com direito a quarteto de cordas no palco e tudo. Dá pra ter uma empolgante idéia do que nos espera em novembro no Morumba!


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

Red Hot Chili Peppers - Live in Hyde Park (2004)


Setlist:
Disco 1
1. Intro (3:55)
2. Can't Stop (5:13)
3. Around the World (4:12)
4. Scar Tissue (4:08)
5. By the Way (5:20)
6. Fortune Faded (3:28)
7. I Feel Love (Donna Summer) (1:28)
8. Otherside (4:34)
9. Easily (5:00)
10. Universally Speaking (4:16)
11. Get On Top (4:06)
12. Brandy (cover de Looking Glass) (3:34)
13. Don't Forget Me (5:22)
14. Rolling Sly Stone (5:06)
Disco 2
1. Throw Away Your Television (7:30)
2. Leverage of Space (3:29)
3. Purple Stain (4:16)
4. The Zephyr Song (7:04)
5. Californication (5:26)
6. Right on Time (3:54)
7. Parallel Universe (5:37)
8. Drum Homage Medley (1:29)
9. Under the Bridge (4:54)
10. Black Cross (cover de 45 Grave) (3:30)
11. Flea's Trumpet Treated by John" (3:28)
12. Give It Away (13:17)

Mp3 320kbps | Excelente | ripped by eLefante
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FLAC | Perfeito
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*use estratégia de baixar cada parte de um share para fazer os downloads simultaneamente, melhor ainda se você instalar o JDownloader(ou similar) para gerenciar essa pancada de downloads.

Vamos dar início a uma série de posts em razão das bandas que virão ao Brasil esse ano. Começamos hoje com o primeiro(de três) do Chili Peppers, em seguida alguns com Pearl Jam e depois Eric Clapton(que já é da casa). Ainda, um pouco mais pra frente, algo do Pink Floyd mais intimamente relacionado ao Roger Waters, que também fará seu show na terra brasileira.

Red Hot Chili Peppers é uma das bandas do bom rock 'n' roll mais conceituadas da atualidade. Passou por algumas formações, mas os membros sobre os quais mais se ouve falar foram o guitarrista John Frusciante, que abandonou a banda e ficou na heróina, e o baixista Michael "Flea" Balzary, que ainda figura na line-up.


O show do Hyde Park é muito bom, ainda com o Frusciante ao lado de Flea, ilustra uma intersecção entre a fase mais pesada e a fase mais pop. Abre poderosamente com uma jam(Intro) que esboça o "caminho" até "Can't Stop". Logo na sequência, em "Around the World" em que algumas notas no solo de Frusciante são referência a uma passagem de "Dazed and Confused"(Led Zeppelin). Mais adiante o baterista Chad Smith faz, em "Drum Homage Medley", as batidas de John Bohan.

Grande destaque para "Give it Away", no final rola um dueto entre o Flea e o Frusciante que é cheio de momentos. Outro dueto desses um tanto mais bem elaborado acontece entre "The Zephyr Song" e "Californication". Álias, importante falar que isso acontece em várias faixas, por isso é legal ouvir o disco na ordem, pois na faixa anterior muitas vezes tem um ponto especial até chegar, na faixa seguinte, ao riff que é identificado pelo título.

Não sou a pessoa mais indicada para falar em detalhe sobre as músicas da banda e suas características quando executadas ao vivo, mas com certeza esse show é consagrado e o setlist é cheio de surpresas. Vou ficando por aqui então, na próxima trarei uns bootlegs mais antigos da banda("Live in Holland 1991", "Rare" and "Live").

domingo, 7 de agosto de 2011

João Bosco - MPB no JT & Show do Noite Torta

Extra: A banda Noite Torta fará seu primeiro show do semestre em São Paulo. 

Local: Espaço ID(antigo iDch) no Itaim Bibi(Rua Clodomiro Amazonas, 660).
Quando: Quinta-feira(dia 11/Agosto) as 21h30 / Entrada: R$5
Confira o som deles:  http://www.myspace.com/noitetorta


Setlist "João Bosco - MPB no JT '1997":
01. Dois pra lá dois prá cá
02. Latin Lover.
03. Vida Noturna
04. O Cavaleiro e os Moinhos
05. Corsário
06. O Mestre-Sala Dos Mares
07. Gênesis (Parto)
08. Bodas de Prata
09. Gol Anulado
10. Escadas da Penha
11. Tiro de Misericórdia
12. Linha de Passe

Áudio: Mp3 - 320kbps
Download 4shared

Vamo no toma lá da cá do samba, João Bosco e a alegria da tristeza brasileira! Excelente qualidade de áudio. Destaques para "Gênesis (Parto)", "Tiro de Misericórdia" e "O Mestre da Sala dos Mares"...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Jefferson Airplane - Bless Its Pointed Little Head (Live at Fillmore & Live at West in the Fall)


Setlist "Bless Its Pointed Little Head (Live at Fillmore & Live at West in the Fall)":
01. Clergy
02. 35's Of A Mile In 10 Seconds
03. Somebody To Love
04. Fat Angel
05. Rock Me Baby
06. The Other Side of This Life
07. It's No Secret
08. Plastic Fantastic Lover
09. Turn Out The Lights
10. Bear Melt
Bonus Tracks:
11. Today
12. Watch Her Ride
13. Won't You Try

Mp3 - 320kbps(CBR):

FLAC:

Depois da voz feminina de Imelda May trazida pelo nosso amigo Paulinho, outra muito bela, a de Grace Slick, da banda Jefferson Airplane. Um dos maiores ícones da psicodélia. Tarda a aparecer no blog, mas aparece em grande estilo com um de seus melhores discos ao vivo e em excelente qualidade de áudio. 

J.A. - High Flyn' Bird/Today/Somebody to Love @ Monterey Pop Festival

J.A. - Volunteers @ Woodstock Festival

J.A. - 3/5 Mile in a 10 seconds @ Woodstock Festival

O setlist traz cinco músicas até então(1968) não lançadas em nenhum álbum de estúdio, entre elas grande destaque para o blues "Rock Me Baby". Todas as músicas são muito boas, algumas estão com muito mais pegada do que as versões de estúdio, como "It's No Secret"(minha favorita). 

Se você quiser conhecer o J.A. não deixe de ouvir "The Other Side of This Life", "Plastic Fantastic Lover" e "Today". "Bear Melt" por sua vez será para muitos o ápice do show. Começa calmamente, e após idas e vindas de pura expressão temporal, vai até o máximo do frênese(perplexamente ficam pouco tempo nele), tudo graças a impecável participação da sessão de ritmo[Spencer Dryden(bateria) e Jack Casady(baixo)], depois ainda volta para a calmaria, de um modo celestial! "you could listen to a thousand different reasons why you can't go........ why can't go........" e encerra agradecendo e dizendo, em meio a palmas, "you can move your rear ends now"

Seguem ainda as faixas extras(Bonus Tracks)... they just can't stop singing about love, peace and trips!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Jeff Beck - Rock'n Roll Party (Honoring Les Paul)



Segurem os cintos porque agora estamos adentrando as anos 50 onde os vestidos de bolinhas e topetes de "criado pela vovó" irão ressurgir das cinzas!
Bem, posso dizer com toda lucidez a mim incubido para comunicar a vocês que de fato uma longa reflexão ao som desse maravilhoso disco é o melhor caminho paras as epifanias pessoais!
Mais uma vez cá estou eu a postar um som do nosso grande mestre Jeff Beck!
Desta vez Jeff Beck se reúne em um concerto com a banda de Imelda May e outros ilustres convidados para fazer reverências a um dos patronos da guitarra elétrica e inventor, Les Paul.
E nada mais certo que o nosso amigo Beck pra liderar essa homenagem!
O concerto se sucedeu em um renomado pequeno clube de jazz chamado Iridium em meio a Nova York.
O mais irônico é que pouco antes eu estava envolvido dos pés á cabeça com o maravilhoso som e penetrante sensualidade de Imelda May, esta que durante o show usou técnicas de playback ao vivo inauguradas até então por Les Paul, tal como em How High The Moon.
Seu guitarrista Darrel Higham inaugura o show com um genuíno rockabilly, Double Talkin' Baby.
Mais a frente temos entao perfomances de Jason Rebello, Brian Setzer, Gary U.S., Trombone Shorty...
Vale lembrar que Dave Priseman(Trumpete), Al Gare(Baixo) e Steve Rushton(Bateria) é a grande base sólida musical para que todo o virtuosismo de Beck e convidados possam emergir!
Bem, entao aí rola músicas temáticas e furiosas tais como a famosa Peter Gunn, melancolia blues em Cry Me a River e muito mais... Enfim, acho que já pra ter uma idéia!
Realmente uma overdose de talentos... cada música é uma marretada no córtex cerebral!!




SET LIST:
1 Double Talkin' Baby - 2:07
2 Cruisin' - 2:13
3 The Train Kept a Rollin - 2:36
4 Cry Me a River - 2:46
5 Now High The Moon - 2:10
6 Sitting on Top of the World - 2:23
7 Bye Bye Blues - 2:12
8 The World Is Waiting for the Sunrise - 2:21
9 Vaya Con Dios - 2:57
10 Mockin' Bird Hill - 2:23
11 I'm a Fool to Care - 2:59
12 Tiger Rag - 2:22
13 Peter Gunn - 4:49
14 Rocking is Our Business - 3:38
15 Apache - 3:07
16 Sleep Walk - 2:50
17 New Orleans - 4:34
18 Walking in the Sand - 4:39
19 Please Mr. Jailer - 4:54
20 Twenty Flight Rock - 3:44

Download (MP3 320kbps)



terça-feira, 26 de julho de 2011

Mother Love Bone



01 - Capricorn Sister - This is Shangrila
02 - Stardog Champion
03 - Holy Roller
04 - Bone Chine
05 - Come Bite The Apple
06 - Stargazer
07 - Heartshine
08 - Captain Hi-Top
09 - Man Of Golden Words
10 - Capricorn Sister
11 - Gentle Groove
12 - Mr. Danny Boy
13 - Crown Of Thorns

[+bonus]

Download Mediafire

Fala galera...
Tendo em vista a passagem do Pearl Jam (HAHAHA) pelo país, achei que sería interessante fazer aquela já velha busca ao silêncio (não raramente mais barulhento) que precedia a tempestade do que foi nomeado de grunge (traduzido, é algo similar a "sujo").
Quem procura mais informações sobre o tema, sugiro o documentário Hype! de 1996.

Para os menos antenados, Mother Love Bone (a banda) abrigava os dois integrantes iniciais - Jeff Ament e Stone Gossard - do que hoje é o PJ. A Mother se desfez depois que o vocalista, Andrew Woods, morreu.

A pegada do disco tem um punhado de acidez, o que contrasta muito bem com sua levada suave; fatores que trazem equilíbrio para os que estão entre aqueles que curtem o casamento de latas com um eventual pianinho safado que pauta a batida... (longe de algo parecido com Supertramp, por favor).

Discão!

Abraços.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Tupi Balboa na Galeria do Rock

Olá transeuntes digitais, cá estou eu a passar por esse blog e derramar meu esdrúxulo viver acerca da vida musical. Bem, como se trata de um blog musical (nao é mesmo?) iriei usurpar desse contexto... segue um vídeo da banda Tupi Balboa fazendo uma live jam session na Galeria do Rock !




Bem, na vida a gente faz um monte de escolhas e algumas coisas que não escolhemos aparecem do mesmo jeito. Enfim, toda essa prosopopéia flácida para dizer que fazer música é magnífico! E é com muito prazer que faço música tb com os meus companheiros.

Mas as vezes vem aquela ínfima faísca de pensamento que, por mais que nao passe de uma faísca, fica constante e duradoura. Pertubando a paz. Desencoraja. E aí as idéias inspiradoras vao ficando obnubiladas...

Aih que vem certos momentos em que vamos vendo que de fato esse longo trilhar da vida é feito de um passo de cada vez e que de fato temos todo o tempo do mundo se conseguimos nos organizar internamente e botar a testa debaixo do sol, no dia a dia, minuto a minuto, um músculo de cada vez...

Ah! Creio que é assim que passamos (não exatamente ilesos) por crises. É saber que cicatrizes são inerentes a nossa existência, e a nossa existência inerente ás crises...

Eita, caiu a pinga aqui no teclado...


sábado, 23 de julho de 2011

John Lee Hooker & Canned Heat - Hooker 'n' Heat '1971

"you can say what you want,
I call it messin' with the hook"


Setlist:
Disc 1
01 Messin' with the Hook (3:19)
02 The Feelin' Is Gone (4:30)
03 Send Me Your Pillow (4:46)
04 Sittin' Here Thinkin' (4:07)
05 Meet Me in the Bottom (3:33)
06 Alimonia Blues (4:31)
07 Drifter (4:56)
08 You Talk Too Much (3:15)
09 Burning Hell (5:25)
10 Bottle Up and Go (2:28)

Disc 2
01 The World Today (7:44)
02 I Got My Eyes on You (4:25)
03 Whiskey and Wimmen (4:34)
04 Just You and Me (7:39)
05 Let's Make It (4:04)
06 Peavine (5:04)
07 Boogie Chillin No. 2 (11:33)

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Áudio: Mp3 320kbps / Studio Live Recording - Excelente qualidade.

De longe um de meus bluesman favoritos, John Lee Hooker! Ele é tanto feeling que não da nem pra perceber quando faz improvisos. Muito fluente, mestre do ritmo e boogie. Mestre das escalas abertas, fritura. E Canned Heat foi uma popular banda de blues elétrico com muita influência do delta. Também íntima do boogie style e com alguns belos momentos psicodélicos, como a época exigia. Marcou presença no Woodstock e em muitos festivais da era hippie.
Esse disco é tido como um dos melhores trabalhos de Hooker, dizem também que nenhuma outra foi melhor banda de apoio para o bluesman como o Canned Heat. Marca um certo contraste, pois grande parte da obra de Hooker é solo, muitas vezes sem banda completa e até sem mais ninguém.
Dê play na primeira faixa e escute até o final. Se não conseguir, ficam algumas recomendações: "Messin with the Hook", "Send Me Your Pillow", "Yoy Talk Too Much", "I Got My Eyes on You", "Peavine"(a top da top, na minha opinião.. o mesmo arranjo de "If I Had a Possession Over Judgement Day" de Robert Johnson), "Bottle Up and Go" e claro, o grand finale: "Boogie Chilen Nº 2"! Bom, é isso, esse é outro dos discos que tenho ouvido bastante ultimamente.

John Lee Hooker: Guitar, Guitar (Rhythm), Vocals
Antonio Barrada: Bass
Adolfo de la Parra: Drums
Bob Hite: Vocals
Henry Vestine: Guitar
Alan Wilson: Guitar, Vocals

para conhecer, os dois maiores hits do Canned Heat:



quarta-feira, 20 de julho de 2011

Garage Band + Uma tarde no AP = Jam!!!




Faaaaaala galera!

Fizemos umas jamzinhas ontem e gravamos no Garage Band do Ipad. Nada de cair o queixo, mas para os curiosos garanto que ficou bastante interessante!!
São 5 faixas curtas, mas com criatividade de sobra! Variamos entre instrumentos de verdade (violão, bongo, voz) e alguns do Ipad!

Aí vai!


terça-feira, 12 de julho de 2011

Wanda Jackson with Jack White - The Party ain't Over (2011)

Setlist:
1. Shakin All Over
2. Rip It Up
3. Busted
4. Rum and Coca-Cola
5. Thunder on the Mountain
6. You Know I'm No Good (Amy Winehouse)
7. Like a Baby
8. Nervous Breakdown
9. Dust on the Bible
10. Teach Me Tonight
11. Blue Yodle #6

Áudio: Mp3 VBR 220-320kbps.
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Poucas iniciativas seriam tão boas como essa de regravar e reinterpretar, em vista da tecnologia de hoje, o estilo dos anos 50. Em parceria com Jack White, Wanda Jackson fez isso possível. O resultado foi muita distorção! Ela que é a rainha de rockabily não só por ter sido casada com Elvis Presley, mas por ter sido ela mesma. Na bateria temos o parceiro de White, Patrick Keller(The Raconteurs).
Jack White fez o convite a Wanda para produzirem esse disco, depois shows e tal. Ela ficou um pouco receosa:

"He's a big star, as big as they come anywhere on the planet, so that was exciting," Jackson tells Billboard.com. "But he also is a rock star, and I don't do this current, contemporary rock-style music. So that's where the apprehension came in. I wasn't sure if we'd see eye to eye."

"He told me, 'I'm not changing your style. I just want to give you fresh material and a fresh sound,'" Jackson recalls. "He pushed me a lot, having me do songs that were out of my comfort zone. It didn't really bother me but it was a little hard to understand what he was wanting from my performance, so it just took a little while to settle in with him. But as we worked together I settled down, and I realized that he had my best interest at mind and he was going to produce a really fine album."


Enfim, o disco ficou muito bom. Fresh, fresh... e este clipe, muitíssimo bem produzido:


domingo, 10 de julho de 2011

Rio das Ostras Jazz Festival




tudo começou por volta de um mês atrás, quando eu, rodrigo e luiz conhecemos o baterista do macaco bong em uma jam session na casa verdi. nesse dia recebemos a noticia que ia mudar completamente nossos planos para o feriado de corpus christi. medeski, martin and wood estavam de volta ao brasil, na verdade estariam...o local: rio das ostras jazz festival! nunca tinha ouvido falar desse festival, mas ao pesquisa-lo vi que não era pouca coisa não. algumas das atrações dos anos anteriores eram; john scofield, paul butterfly e muitos outros grandes mestres do blues e jazzzzzzzzz. durante as próximas semanas procuramos interessados em viajar 700km ao norte para passar alguns dias regados de jazz, gabriela de paraty e muita esbórnia. por falta de interesse ou comodismo exagerado conseguimos angariar apenas mais um membro para o carro, nosso amigo israelita, marcelo. ficou combinado que na sexta feira anterior ao show do MMW iriamos partir as 7:00 para evitar o transito escroto dos feriados em são paulo. acordamos as 7:00, decidimos dormir até as 10:00 e as 11:00 acordamos e partimos rumo à nossa pequena festa particular, ao menos era o que imaginavamos. a viagem não teve(ainda) nenhum problema e chegamos em ubatuba, nossa primeira parada, em não mais de 3 horas. pequenas bombas para lá, uma cachaça para cá e assim se desenrolou nosso dia. sabado acordamos cedo e partimos rumo ao festival. fizemos algumas paradas no caminho; para comprar e degustar cachaça no alambique da coqueiro, outra para pegar os dados do doidão que bateu em meu carro, nada muito distante do que haviamos imaginado. acho que o grande inconveniente foi a distancia entre ubatuba e rio das ostras. é MUIIIIIITO longe essa praia! demoramos umas 9 horas para chegar até a cidade, e em poucos minutos já estavamos na arena onde seria o show tomando gabi e comendo espetinhos. enquanto uma banda que não recordarei o nome tocava, agente bebia. acabamos encontrando uma colega da PUC com amigos engraçados vestidos de forma bizarra, isso(não apenas) foi o fator desencadeador de toda a doideira que seguiu. aos poucos o clima foi tomando conta da gente e nós fomos tomando conta do festival, nos apropriamos do lugar e do som, ninguém estava tão empolgados com o show do MMW como agente e isso foi visivel quando a banda começou a entrar no palco junto ao saxofonista bill evans. seria impossivel retratar a explosão de energia que seguiu a apresentação.
a banda demoliu sistematicamente cada pequena noção que qualquer um presente talvez tivesse sobre os limites de atuação sobre o campo da música. quando estão juntos no palco eles deixam de ser chris, john, e billy, se tornando um organismo unico, vivo e em constante metamorfose. evans conseguiu se conectar bem a energia da banda e não houve em nenhum momento alguma quebra no curso natural da musica. eles improvisaram sob temas provavelmente pré determinados a maioria do tempo,mas os grandes destaques foram de fato as músicas do MMW. Se não me engano no primeiro dia eles tocaram junkyard, bemsha swing/lively up yourself e uma terceira à sua escolha.



showzaço! bom. o show acabou, a cachaça secou e nós estavamos sem porto para atracar, demos algumas voltas na cidade e enquanto alguns procuravam caminhos secretos que levariam a uma cama em alguma pousada, acabei dormindo no carro, o que acabou revelando ser uma merda e foi logo trocado pela aconchegante areia do amanhecer.


no outro dia fomos acordados por um policial que pediu/mandou que mudassemos o carro de lugar. fizemos isso e partimos rumo ao pier que tinhamos visto na noite anterior. preciso abrir um pareteses para a descrição da praia. nunca havia visto algo assim. o vento batia tão forte na orla da praia que ondas enormes eram formadas mesmo sem presença de alguma ondulação. nadamos, tiramos algumas fotos e andamos em direção ao palco do lago, onde em um mini anfiteatro um guitarrista cego tocou alguns blues manjados. comemos, tentamos um hit and run não bem sucedido e seguimos em direção ao show de encerramento do festival, mais uma vez MMW junto ao bill evans. o palco era alucinante! era fim de tarde de um dia quente e ensolarado e o palco ficava sobre as pedras do canto esquerdo da praia da tartaruga.





não é preciso dizer que o show também foi alucinante! eles não repetiram nenhuma música no set list e ainda tocacram uma versão bem legal de amish pinxtos do radiolarians 2. fim do show, mais uma vez não tinhamos rumo então seguimos em direção a um estacionamento e montamos a barraca para dormir um pouco antes de voltar. a voltas se deu sem maiores imprevistos e conseguimos a façanha de chegar em são paulo sãos(?) e salvos pela música transcedental de MMW.









The Who - Live at Leeds & Live at Hull 40th Anniversary Edition

"Listening to you..."


Setlist(na horizontal para economia de espaço):

Disc 1 (Live At Leeds Part 1)
Heaven And Hell; I Can’t Explain; Fortune Teller; Tattoo; Young Man Blues; Substitute; Happy Jack; I’m A Boy; A Quick One While He’s Away; Summertime Blues; Shakin’ All Over; My Generation; Magic Bus

Disc 2 (Live At Leeds Part 2)
Overture; It’s A Boy; 1921; Amazing Journey; Sparks; Eyesight To The Blind; Christmas; The Acid Queen; Pinball Wizard; Do You Think It’s Alright; Fiddle About; Tommy, Can You Hear Me; There’s A Doctor; Go To The Mirror!; Smash The Mirror; Miracle Cure; Sally Simpson; I’m Free; Tommy’s; Holiday Camp; We’re Not Gonna Take It

Disc 3 (Live At Hull Part 1)
Heaven And Hell; I Can’t Explain; Fortune Teller; Tattoo; Young Man Blues; Substitute; Happy Jack; I’m A Boy; A Quick One While He’s Away; Summertime Blues; Shakin’ All Over; My Generation

Disc 4 (Live At Hull Part 2)
Overture; It’s A Boy; 1921; Amazing Journey; Sparks; Eyesight To The Blind; Christmas; The Acid; Queen; Pinball Wizard; Do You Think It’s Alright?; Fiddle About; Tommy, Can You Hear Me
There’s A Doctor; Go To The Mirror!; Smash The Mirror; Miracle Cure; Sally Simpson; I’m Free; Tommy’s Holiday Camp; We’re Not Gonna Take It

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Versão em FLAC em breve!

Estamos aí com as férias e alguns projetos para o segundo semestre de 2011, trarei notícias importantes muito em breve, fiquem atentos! O post de hoje é um pacote do The Who que foi lançado em novembro de 2010. Por trás desse lançamento existe uma história: A consagrada turnê de 1970 do The Who, muita gente já conhece e já ouviu o famoso "Live at Leeds" que aconteceu em 14 de fevereiro de 1970, lançado em LP na época e em várias edições de luxo até hoje; é considerado um dos melhores shows de rock de todos os tempos, homenageado com uma placa que está até hoje na Universidade de Leeds. Um dia depois outro show dessa mereceria muito crédito, o que aconteceu em Hull. Segundo Daltrey, o concerto em Hull foi muito melhor que o Leeds!
O problema foi que o canal do baixo das quatro primeiro faixas foram perdidos, por isso o Leeds é que foi lançado na época e não o Hull. A tecnologia de hoje permitiu que as hiperativas linhas de baixo de John Entwistle registradas nas fitas do Leeds substituissem as que ficaram faltando no Hull, tapou-se então o buraco. Diga-se de passagem que também é somente a tecnologia de hoje em cima das gravações da época que permite um som tão perfeito das batidas de prato de Keith Moon que se misturam tanto que tornam-se chiado em gravações ruins.
Enfim, esse é sem dúvidas o show do Who com melhor qualidade de áudio até hoje! Pra torar nas melhores caixas de som que você tiver. É fato que lançaram o "Isle of Wight" em blu-ray e eu ainda não conferi, mas tudo bem.


 
Então o que trazemos aqui é só parte do pacote que inclui também dois LPs, um com a primeira parte do concerto da Universidade de Leeds e e outro com mais duas músicas ao vivo. Também tem um álbum de imagens/fotos e um poster do Townshend dando seu famoso acorde.
A discussão que se coloca é: dá pra dizer se um show é realmente melhor que o outro? Dá pra perceber uma empolgação muito grande dos músicos nas gravações do Hull, e a tendência é dizer que é melhor mesmo, mas tem também que ser considerado o fator novidade; já estávamos calejados de tanto ouvir o Leeds, e de repente surge algo parecido, mas diferente. hahahahah... mas parece sim, que a banda está mais entrosada no Hull.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Alphonse Mouzon - By All Means (1981)







Bom, achei que este post havia se perdido devido a um término de luz e descobri a pouco que estava nos rascunhos. A data oficial seria o feriado de Corpus Christi.

Já que é feriado e não tenho nada de bom para fazer no momento: Sonzera fina!
O personagem da vez é Alphonse Mouzon. Percussionista e baterista, da pra falar que o sujeito toca demais. Nesse álbum, que conta com nomes como Herbie Hanconck (Teclado), Lee Ritenour (Guitarra), Freddie Hubbard (Trompete) e a banda Seawind Horns (Banda de metais comporta por Jerry Hey, Kim Hutchcroft e Larry Williams), eles tiram um som que eu chamaria de um jazz fusion com cara de lounge, mas a real é que de lounge não tem nada, já que a todo momento Alphonse recheia as músicas de viradas e batidas sensacionais. A banda é incrivelmente técnica e ao mesmo tempo com uma pegada muito agradável de se ouvir, principalmente por estar sendo conduzida pela guitarra do americano Lee Ritenour que apresenta um groove fino. O resto da banda é formado por grandes nomes do jazz, por isso dispensa comentários.
O Álbum só tem 4 músicas, mas estas são longas e boas para deixar tocando. Minha faixa preferida sem dúvida é "The Jogger", que não da pra dizer que é melhor que as outras, mas ainda sim é a mais pegada das quatro faixas. No geral as pessoas gostam muita da faixa "By All Means" que dá nome ao álbum e faz jus a isso.

As Faixas:
1 - By All Means 13:21
2 - Do I Have To 8:56
3 - The Jogger 7:53
4 - The Next Time We Love 7:00





Cream - Wheels of Fire (1968)

"I'll wait in this place where the sun never shines,
Wait in this place where the shadows run from themselves"


Setlist:
Disco 1: in the studio
01. White Room (5:03)
02. Sitting On Top Of The World (5:01)
03. Passing The Time (4:37)
04. As You Said (4:23)
05. Pressed Rat And Warthog (3:18)
06. Politician (4:16)
07. Those Were The Days (2:57)
08. Born Under A Bad Sign (3:13)
09. Deserted Cities Of The Heart (3:38)

Disco 2: Live at the Fillmore
01. Crossroads (4:18)
02. Spoonful (16:46)
03. Traintime (7:01)
04. Toad (16:15)

FLAC(aprox. 800kbps):
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Mp3(320kbps):
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Em meio a espera para o Clapton no morumba e depois de elogiarmos muito o Blind Faith e o Derek and the Dominos, vamos denovo voltar nossa atenção para o power trio, Cream. Já não precisa de apresentações, mas só para garantir temos: Jack Bruce(baixo, vocal), Ginger Baker(bateria, percussão) e Eric Clapton(guitarra) no auge da juventude e cheios de força. Uma das resultantes do contato do pop britânico com o blues americano, o Cream revoluciona na fritação! Arranjos de baixo com viradas em diminuto e em sei lá mais que escalas, bateria inspirada em técnicas de jazz e a síntese de Clapton daquilo que ele entendeu que jamais poderia fazer igual, o blues tal como era cultivado nos EUA pelos negros, fez então diferente.
"Wheels of Fire" foi o terceiro disco da banda, lançado em 1968 pra delírio da galera, ficou em terceiro lugar no Reino Unido e em primeiro nos EUA. O disco um abre majestosamente com "White Room", macabra e filosófica. Em seguida, uma versão bem elétrica da clássica "Sitting on the Top of the World". A maluca e psicodélica "Passing the Time", acompanha um violino. Em "As you Said" toma a vez um violão de fortes acordes metálicos, também acompanhado de um violino e a poderosa voz de Jack Bruce. "Those Were The Days" é sem dúvida uma das mais psicodélicas e coloridas, mesmo que nostálgica como ela. Para você parar de ler e escutar logo, o maior destaque vai para a versão ao vivo de "Spoonful" no disco 2 com seus 16 e tantos minutos! Jamais haverá nada igual, sequer parecido com o encontro desses três.


Cream Reunion 2005


Jack White mandando "Sitting on the Top of the World" com ajuda de um garoto em "It Might Get Loud"